quarta-feira, 4 de julho de 2012

Minha primeira vez, meu irmão, verídico

 

 

minha primeira vez, meu irmão, verídico

Conto verídico.

Meu nome é Ana, vivo em São Paulo e hoje tenho 20anos, a história que vou lhes contar se passou quando eu tinha 15, vou contar da primeira vez em que eu transei, ela foi com meu irmão Thiago, ele tinha 17.
Nem eu nem ele mudamos muito fisicamente falando, ele tem cerca de 1,80 e eu 1,72, ambos temos cabelos pretos e olhos claros, os dele são cor de mel e os meus azuis, tenho um físico bom, seios fartos coxas grossas, bunda durinha e consideravelmente grande, cintura fina e pele bem clara, meu cabelo chega ao meio das costas e é bem liso. Meu irmão também tem a pele clara, e desde pequeno é bem dotado.
Na escola ele sempre foi muito popular entre as garotas, virava e mexia eu ouvia uma falar que transou com ele, minhas amigas diziam que eu tinha era azar de ser irmã dele, porque assim nós nunca poderíamos transar, eu ainda virgem, nem dava bola pra isso, pois eu não estava muito a fim de perder minha virgindade tão cedo, nem de pensar no assunto, ainda menos com meu irmão, afinal de contas éramos irmãos e ainda por cima, amigos confidentes, contávamos tudo um para o outro.
Teve um dia em que cheguei em casa depois de ter saído com minha prima, fui abrir a porta e percebi que ela estava só encostada, era sábado, minha mãe estava viajando com meu pai pro Rio de Janeiro por negócios e eu e meu irmão tínhamos ficado em casa.
-Droga, aquele Zé mané do Thiago deve ter entrado as pressas e nem trancou a porta, bosta! - resmunguei.

Entrei, larguei minha bolsa no sofá e ia subindo pro meu quarto, quando vi o pé de um sapato vermelho, peguei ele na mão e o reconheci, era o que eu tinha dado de presente no aniversário da minha melhor amiga, comecei a achar tudo aquilo muito estranho, primeiro a porta aberta, a casa em silencio total, a moto do meu irmão lá fora, isso queria dizer que ele não tinha saído, mas quando estava em casa geralmente, ele ligava um rock pesado bem alto no quarto dele, achei que ele tava dormindo e quis dar um susto nele, terminei de subir a escada fazendo o máximo de silencio possível, cheguei no corredor do andar de cima, a porta da direita era o meu quarto e a da esquerda dele, bem devagar, evitando o barulho, abri a porta do quarto dele, nada, o quarto vazio e as janelas abertas, fui até o quarto de hospedes, nada de novo, no quarto dos meus pais mais uma vez nada, desisti de encontrá-lo, sem nem perceber que ainda estava com o sapato na mão, fui na direção do meu quarto, sem me importar mais com o barulho, cheguei e abri a porta com força, levei um belo de um susto, minha amiga tava fazendo um oral no meu irmão, antes que eu reagisse, eles perceberam que eu estava na porta, a primeira a falar alguma coisa foi a dani:
-Ana, você chegou, é-e-e que não te ouvimos entrar, oque você ta segurando aí?

Sem conseguir me conter de raiva, arremessei o sapato no chão.
-Porra meu, você vive catando minhas amigas, eu nunca liguei e nem tinha porque ligar, hoje você extrapolou o limite Thiago, transar no meu quarto, se vistam e saiam daqui, se querem transar vão prum motel ou pelo menos pra outro quarto que não seja o MEU!

Desci correndo as escadas, fui até a cozinha, enchi uma taça com piper de menta e levei comigo pra biblioteca, peguei um livro, e comecei a ler, pouco depois ouvi a porta da frente abrindo, logo depois fechando, meu irmão tava dando tchau pra Dani, ele entrou na biblioteca, com um copo de cerveja nas mãos.
-Afe nana - nana é o apelido carinhoso pelo qual ele me tratava – porque você surtou daquele jeito maninha?
-Por quê? Por quê? Porque no meu quarto, com a casa toda pra fazer aquilo, você sabe que eu não ligo, a sua vida quem cuida é você, mais meu quarto eu já disse vou repetir, lá não quero saber de putaria.

-Ok discupa eu ta bom?

-Tudo bem Thi, não consigo ficar brava com você, afinal de contas você é a pessoa em que mais confio em todo o mundo.

Depois eu peguei e fui tomar banho no banheiro do meu quarto, meu irmão pediu pra usar meu PC, eu perguntei por que ele não usava o dele ele ficou falando um monte de coisa até que eu acabei por ceder.
Geralmente eu tomo banho com a porta do banheiro aberta, mas como meu irmão tava lá, eu só a encostei.

Durante o banho, eu comecei a pensar no que eu tinha visto, dei um sorrisinho lembrando do tamanho da pica do meu irmão e comecei a me masturbar pensando nele, quando eu terminei meu banho me dei conta do que havia feito, eu tinha me imaginado transando com meu irmão, isso não devia acontecer, era errado, mas ai as imagens que eu havia imaginado, voltaram para minha cabeça e acabei por esquecer da culpa, resolvi que faria o possível para que tudo se tornasse real e não mais apenas fruto de uma mente criativa.

Para sair do banheiro me sequei, passei um iogurte corporal de morango, coloquei uma calcinha fio dental preta e um robe transparente e curto vermelho sem sutiã. A hora que abri a porta meu irmão olhou para traz pra me falar alguma coisa, mas de sua boca não saiu uma única palavra, conhecem aquela frase “um olhar vale mais que mil palavras”? Pois bem, descreve bem o momento, aquele pau gigante do meu irmão provou não ser imune a mim, percebendo que meu plano tava dando certo, não pude conter uma risadinha, desci até a biblioteca, fui até onde estavam os filmes e gritei para o meu irmão se ele assistia uns filmes comigo, ele mais que depressa desceu a escada e correu até do meu lado.
-Que tipo de filme?

-Bom tava a fim de ver uns de terror e depois alguns eróticos, afinal de contas, os pais não tão aqui pra brigar né?

-Mas o pai não deixa os filmes eróticos aqui não, e tranca naquele armário ali.

-Eu sei, mas eu também sei que você tem uns escondidos atrás dos livros que eles não lêem.

-Como você descobriu?

-Não interessa, vamos ou não?

-Só se você por uma roupa que se não eu fico doido.

-Eu estou de roupão transparente mais to.

-Ai, ai, tudo bem, mas que tal excluirmos alguns de terror?

-Ok, maratona erótica.

-Vamos assistir onde nana?

-Que tal no quarto dos nossos pais?

-Porque não no seu?

-Porque não no deles?

-Ai ta bem nana. Vai estourar uma pipoca...

-Já que ta tão calor que tal vinho?

-Não vejo contras, mas e pra comer?

-Oque prefere chocolate ou leite condensado?

-Uma lata pra cada um?

-Podes crer!

-Então vai lá pegar, quantos filmes?

-Quantos você tem?

-Uns quinze.

-Agora são umas seis horas da tarde, ambos já tomamos banho, a casa ta em ordem, como se eu me importasse com isso... Temos até umas meio-dia da tarde de amanhã porque dá pra gente descansar e a Gabi só vem me pegar às cinco. Acho que todos!

-Te vejo lá em cima nana.

Eu peguei as latas de leite condensado, uma garrafa de vinho e subi meu irmão já estava colocando o primeiro DVD, afrouxei um o nó do robe e me deitei meu irmão tava com roupa social daí eu falei pra ele tirar e ficar mais a vontade, afinal era só eu e que vê-lo sem roupa ou só de cueca não era novidade nenhuma, ele riu meio sem jeito e tirou a roupa ali mesmo acabei quase me descontrolando e o atacando naquele mesmo instante, ao ver aquela barriga de tanquinho toda definida, aqueles braços e aquela perna toda torneada.
-Gostou ou oque em nana? Ta olhando tanto oque?

-Nada não convencido, ai fica de cueca, aposto que é mais confortável que essa calça jeans, qual é sou sua irmã, não vou te atacar. – apesar de dizer isso, eu estava me controlando para não cair de boca naqueles lábios tão proibidos, eu queria que a iniciativa fosse dele, assim não haveria desculpas para sair dali.

Dali a pouco ele deita ao meu lado só de cueca, assistimos três filmes inteiros e já estávamos na metade do quarto, quando percebi que meu irmão não tirava os olhos dos meus peitos, já havíamos bebido metade da garrafa de vinho, eu me levantei virei pra ele e falei.
-Bom, já que você não desgruda os olhos do meu peito, pelo menos, olhe sem nada em cima. – e tirei o robe.

-Pra que isso nana?

-Pra nada, mas se queria ver meus seios era só falar, final, estamos só os dois em casa, estamos assistindo esses filmes que dão o maior tesão e você ta sem namorada né?

-Ai nana só você mesmo né? Mas pra falar a verdade eu preferia que você tirasse a calcinha.

-Somos irmãos lembre-se disso ta bom?

-Nunca esqueço nana, mais você realmente é muito gostosa.

-Como saber? Você nunca provou... Eu não tiro a calcinha não...

-E se eu fizer algo por você?

-Calma Thi, eu disse que eu não tiro, mas não disse nada sobre você tirar.

A pica do meu irmão já estava estourando de tanto tesão, então sem pestanejar, ele me deu um beijo de língua bem forte, sua mão arrancava minha calcinha, enquanto a outra me puxava pra junto dele, depois, delicadamente me deitou na cama e começou a beijar minha nuca, passando para o meu pescoço e chegando até meus seios que já estavam durinhos, começou acariciando-os, depois começou a beijá-los, sempre dizendo que eu era a irmãzinha gostosa dele, depois passou a uma chupada fenomenal, depois ele beijou minha barriga, enquanto com uma mão ele massageava meus seios, eu guiei a outra até minha xaninha virgem, ele falou que não devíamos que eu ainda era virgem, que ele não queria tirar meu cabacinho, em resposta, com os pés tirei a cueca dele fazendo com que ele introduzisse um dedo dentro de mim, enquanto eu massageava meu clitóris, logo ele já tinha inserido o segundo eu gemia de dor, de dor e de prazer, ficamos um bom tempo nesta posição, então ele perguntou oque eu achava de um 69, mais do que depressa, eu me virei na cama, de forma a ficar de frente com aquela pica gigante, ele já introduzia a língua na minha buceta enquanto brincava com meu cú apertadinho, eu tentava, mas não conseguia por muito daquela pica dentro da minha boca, já tinha posto mais da metade, quando veio meu primeiro orgasmo daquela noite, eu acariciava as bolas dele quando resolvi punheta-lo, comecei com um movimento leve, acelerando aos poucos, quando ele tava perto de gozar eu parava, daí ele pediu espanhola, eu nem hesitei tava tudo as mil maravilhas, uma delícia, então ele murmurou a pé do meu ouvido:
-Que se dane o cabaço, eu to a fim de comer uma xaninha, nunca peguei uma virgem e, além disso, você me interrompeu hoje cedo não é? Agora vai pagar.

Sem demora ele me colocou de quatro no chão e começou a encostar aquele pau em mim, começou brincando com meu cuzinho, depois tentou entrar na minha vagina, ele não conseguia e a dor era lascinante, ele falou que era pra mim ficar lá que ele ia pegar um lubrificante. Mal ele saiu do quarto, eu me deitei na cama, com as pernas erguidas, deixando minha xaninha bem a vista, a hora que ele voltou, ele pegou minhas pernas e as ergueu no ar, deixando só minha cabeça encostada na cama, ele trazia um shampoo na mão, com o qual ele lambuzou na minha xota e no pau dele, continuou a tentar entrar, desta vez, ele enfiou um, dois, três , quatro dedos dentro de mim, a dor já era tanta que eu nem mais sentia nada, então quando ele percebeu que finalmente dava, ele enfiou aquela pica sem dó nem piedade, ele rompeu o hímem logo na segunda entrada, ele ficou algum tempo neste entra e sai, a dor apesar de não diminuir, estava sendo superada pelo prazer, depois descemos para a clássica posição papai e mamãe.

Quando ele estava prestes a gozar, eu fiz com que ele gozasse em meus peitos.

Quando terminamos o ato, nos demos conta do que havíamos feito, mas a atração falou mais forte.

2 comentários:

  1. Carlos Mouya. Uma curiosidade. Sua irmã sabe deste blog?

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  2. nossa cara que conto maravilhoso,branquinha,cabelos pretos,olhos azuis,sonho de consumo uma irmã dessa!

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