sábado, 28 de novembro de 2009

Comeu? depois disto?


Bom se o gringo ei não comeu a maninha depois deste video foi só porque não quiz, porque ela ta facinha facinha!!

Filmou a Irmã tomando sol


No youtube aparece que é prima, mas descobrimos de fonte segura que o irmão tb estava junto, agora a pergunta : quem não cometeria incesto com uma irmã dessas em casa? covardia...

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Outra Irmã incestuosa


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Uma bunda de presente de aniversário.



Hoje tenho 21 anos de idade, mas ao completar meus 18 anos, ganhei um presente inesquecível, acho que o melhor da minha vida. Tenho uma irmã, que hoje está com 24 anos, na época dos fatos que irei narrar, ela estava com 21. Sempre fui louco por sexo, desde adolescente, sempre bem taradinho, principalmente por uma bunda grande e apetitosa. Não vou negar que desde que comecei a entender de sexo, e comecei a me masturbar, o principal alvo de minhas punhetas era o bundão de minha maninha. Ela andava sempre exibindo aquele enorme bundão pela casa sem ao menos se preocupar em me poupar daquelas cenas deliciosas, acho que ela nunca imaginaria que eu desejava tanto aquele rabo. Ela desfilava pela casa de calcinha, deixando aquelas duas melancias a mostra, balançando pra lá e pra cá, apenas com o reguinho do cuzinho tampado com a tira da calcinha que ficava toda enfiada. Sua boceta também era e ainda é maravilhosa, sempre com aqueles lábios enormes e inchados para fora da calcinha. Por algumas vezes ela chegava ao extremo e andava totalmente peladinha pela casa, me deixando louco, cada vez mais tarado, me fazendo bater 3 ou 4 punhetas por dia. Nunca tive coragem de tentar algo com ela, mesmo não agüentando mais de tesão e tara principalmente por sua bundona. Os anos foram passando, sua bunda foi aumentando cada vez mais, até que ela se tornou uma mulher totalmente adulta de rabo enorme, boceta, inchada e peludinha, peitos médios e durinhos. Eu continuava mais tarado do que nunca, sempre procurando imaginar nas minhas punhetas, as mais loucas fantasias com ela. Apesar de nunca ter rolado nada entre a gente, nem brincadeirinhas de incesto, éramos muito abertos um com o outro e sempre conversávamos sobre namoro, sexo, taras e fantasias, por muitas vezes pensei em contar para ela sobre minha tara principalmente sobre a sua bunda, mas não tinha coragem. Eu nos meus 18 anos já havia comido três garotas, sendo uma prima, uma namoradinha e a outra uma colega da minha escola. Sempre fui tarado por uma bunda grande, mas nenhuma das três garotas que comi liberou o rabo para mim. O máximo que fiz foi brincar no meio do rabinho por fora. Numa de nossas conversas contei para minha maninha, sobre essa tara por bunda, mas nunca passei além de brincadeirinhas por fora. Ela me disse que já havia feito sexo anal e que tinha adorado. Fiquei mais tarado ainda, tentando não demonstrar, mas quase não conseguia, nem imaginar o sortudo que havia comido aquela bundona que tanto me deixava louco de tesão. Os dias passaram e finalmente chegou aquela data maravilhosa que nunca irei esquecer. Era uma sexta-feira, pela manhã, fomos para a faculdade, voltamos e ficamos a tarde em casa, a noite iríamos fazer uma reunião para comemorar meu aniversário, com parentes e alguns amigos. Durante a tarde, ficamos sozinhos em casa, meu pai estava trabalhando e minha mãe saiu para comprar algumas coisas para a noite. Ela estava estranha, parece que não via a hora de minha mãe sair, estava agitada, e assim que nossa mãe saiu, ela ficou olhando pela janela e logo que minha mãe se afastou com o carro, ela correu para o banheiro dizendo que iria tomar um banho e que depois daria meu presente. Então perguntei, porque não poderia dar o presente logo, pois eu estava curioso para ver o que era. Eu já havia tomado meu banho logo que cheguei da faculdade, pois estava muito calor, eu estava apenas de bermuda sem camisa. Ela entrou no banho e depois de alguns minutos saiu do banheiro, peladinha, mas como isso era normal, nunca me passou pela cabeça o que iria acontecer em poucos minutos. Então ela entrou no quarto e depois de uns 5 minutos me chamou e disse para eu ir até o quarto dela, pois ela iria dar meu presente. Quando cheguei ao quarto, fiquei espantado e ao mesmo tempo louco de tesão, meu pau começou a ficar duro, duro e quase pulando para fora da bermuda, ela estava totalmente pelada ainda, com um tubo de gel lubrificante nas mãos, quando eu entrei, ela me deu o tubo, se virou de costas para mim, deixando aquela bunda enorme à mostra, e ficando de quatro sobre a cama, ajoelhada no chão me disse, que ali estava meu presente, mandou eu espremer aquele tubo de gel na entradinha de seu cuzinho e mandou eu passar também no meu pau. Logo entendi o que iria acontecer e tratei de obedecer, ela então mandou-me subir sobre ela, enrabá-la e mandar minha rola no seu rabo. Não acreditava o que estava acontecendo, eu estava louco, tarado, não conseguia me controlar de tanto tesão. Eu tremia, suava, gemia, meu pau estava enorme e até com as veias inchadas de tanto tesão. O tesão era tanto que eu dei duas gozadas na bunda dela sem tirar de dentro, duas uma atrás da outra. Depois ainda demos mais uma última trepada. Depois ela me disse que esse seria nosso segredo, que nunca contaríamos para ninguém. Perguntei para ela se poderíamos fazer aquilo às vezes, ela me disse que sim, mas que sempre seria apenas sexo anal, que não me daria a boceta, pois ela daria apenas para seu namorado e futuro marido, mas me daria o rabo, pois assim não teria problemas, pois esse atual namorado, e provavelmente seu futuro marido, não curtia sexo anal. Ainda hoje, quando temos oportunidade, realizamos nossas brincadeirinhas deliciosas. Se você também curte o incesto, é tarado por bunda, já teve uma experiência como a minha, entre em contato comigo. Se você mulher também já curtiu ou curte um sexo anal, ou já teve também uma experiência com seu maninho entre em contato comigo. Adicionem-me no MSN.

MANAS SAFADAS DA NET





domingo, 15 de novembro de 2009

Como comi minha irmã




Dos meus 21 e aos 23 anos, eu tive uma pendência séria com a minha
irmã. Éramos só nos dois e minha mãe. E nem ela e nem eu, que éramos de
pais diferentes, conheceu o pai. Ela me odiava. O problema era que,
apesar de novinha, ela era do tipo cheinha, tinha os seios fartos e a
bunda grande e eu queria comê-la.

Até minha mãe sabia que eu era capaz de comer ela. Mas não ligava muito
pra isso. Desde a primeira vez que, falhadas todas as tentativas de
convencer a Nadir a me deixar brincar um pouco com ela e eu a bolinei
na marra, começando por querer mamar nos peitos, ela ficou sabendo que
a nossa pendência seria apenas entre eu e ela, minha mãe não deu muita
importância ao fato, pelo contrario, era meio machista, gostava muito
de mim e desaprovou mais a frescura e as reclamações dela, justificando
que eu era macho e que ela que se cuidasse ou deixasse de frescura, que
a minha tentativa.

A velha não gostou nada de ser incomodada por ela com esse assunto da
primeira vez e tirando algumas vezes que pedia, até com jeitinho, para
eu parar de encher o saco da minha irmã, já havia demonstrado que não
estava nem um pouco a fim de ficar cuidando da boceta da Nadir. Por
isso ela havia desistido de contar com a proteção da nossa mãe e a
partir desse dia estabeleceu-se uma guerra fria entre eu e minha irmã
dentro de casa. De um lado, ela, bufando de ódio e fazendo questão de
demonstrar seu desprezo e nojo de mim saindo dos ambientes onde eu
entrava, e do outro, eu, cínico e debochado, fazendo questão de
irrita-la e à espreita de uma oportunidade para terminar o serviço, que
eu queria completo. Mas ela não se dava mais o trabalho de aborrecer
minha mãe com isso.

Apesar de ter os peitos grandes, os quadris largos e a bunda farta,
Nadir era do tipo solitária e mal humorada, vivia dentro casa,
engordando feito uma leitoa para o abate e, apesar dela agora está
prevenida contra mim, eu sabia que mais cedo ou mais tarde, eu ia comer
ela. Só não podia ser na frente da minha, porque eu a respeitava. E só
por isso ela não tinha ido pro saco ainda, porque a coroa estava sempre
em casa. E Nadir sabia que a presença da minha mãe era a sua única
salvação. Quando nos finais de semana, que era quando eu estava em casa
de dia, minha mãe precisava dar um pulo aqui ou ali, se ela não pudesse
ir junto, se trancava imediatamente no quarto e só saía quando a velha
voltasse.

Esse jogo de gato e rato com minha irmãzinha rechonchuda dos peitos e
da bunda grande, tudo tenro e fresco daquele jeito, dentro de casa me
deixava excitado. Mas ela muitas vezes se irritava com a minha
constante e implacável perseguição.

- Ô inferno! Porque não vai caçar mulher lá fora e me deixa em paz? –
dizia ela as vezes, não diretamente para mim, quando notava que eu a
estava cobiçando, de propósito, descaradamente, tanto para irrita-la
quanto para ela saber que eu continuava querendo.

E continuava mesmo, embora eu fosse bem apessoado e não tivesse
dificuldade com as mulheres, comer a minha irmã havia se tornado uma
questão de honra, um desafio. Não deixaria ninguém tocar nela antes de
mim, e talvez nem depois.

Nessas ocasiões, como já não era mais segredo pra ela, eu lhe
respondia, como extensão da cobiça e para deixar claro que ela não ia
ter paz enquanto não me desse o que eu queria.

- Porque eu quero é você, irmãzinha .

Ela bufava com desprezo e saía de perto.

Irritar ela, principalmente com esse assunto, era um outro prazer que eu tinha.

Mais de ano se passou assim. Até que um dia a oportunidade que eu esperava apareceu.

Minha mãe tinha arrumado um namorado, um coroa bem de vida, e faltando
uma semana e pouco para a data, nos comunicou que no final de semana
prolongado que se aproximava, ela ia viajar com ele para o litoral e
nós ficaríamos sozinhos por quatro dias. Deu até um friozinho na
barriga de tesão e só para irritar eu falei:

- Tudo bem, mãe, pode deixar que eu cuido da Nadir.

É claro que ela não ficou calada e dispensou os meus cuidados dizendo
que não precisava que ela sabia muito bem se cuidar sozinha. Eu adorava
a rejeição da minha irmã, me dava mais vontade de pegar ela assim
rebelde.

Resolvi dar uma trégua para ela nesses dias, afinal teríamos todo o
feriadão para resolver o nosso problema. Só esperava que ela não
conseguisse nesse tempo que faltava dar um jeito de também se ausentar
nas datas. E ela bem que tentou. Pediu a minha mãe para deixar ela
passar esses quatro dias do feriado na casa de uma amiga, a única que
tinha. Mas felizmente minha mãe deu como resposta um solene e
categórico "não" e reafirmou que queria os dois em casa, nem eu poderia
sair à noite. Eu vibrei com a decisão. Nadir, como era de se esperar,
não, mas conformou-se.

Nos dias que antecederam a viagem da minha mãe, Nadir estava pensativa,
parecia até que finalmente ponderava a possibilidade de levar minha
rola. A minha vontade era dizer, "perdeu, maninha", para provoca-la,
mas tinha decidido não incomoda-la até o dia de ficarmos a sós e apenas
a observava. Ela tentou uma última cartada para me afastar tentando me
fazer sentir nojo dela. Enfiava constantemente o dedo no nariz na minha
frente, abria a boca quando estava comendo e me mostrava a comida
mastigada. Nada disso adiantava, pelo contrário, aquele desespero todo
para não ser comida só me excitava mais e eu pensava comigo: "você eu
vou comer até cagada, maninha".

Finalmente chegou o dia e o namorado da minha mãe passou em casa logo
cedo para pega-la. Mal tinha amanhecido. Eu carreguei as malas e ajudei
minha mãe a embarcar no carro dele. Nadir não se levantou, continuou em
seu quarto dormindo e minha mãe achou melhor não acorda-la. Na
despedida minha mãe me deixou em dúvida se aquela oportunidade tinha
sido um acaso.

- Tenha paciência com a sua irmã... seja carinhoso... vá devagar... – ela sussurrou olhando profundamente dentro dos meus olhos.

Eu podia jurar que ela sabia dos meus planos e era minha cúmplice, mas
não havia tempo para confirmar isso. Dentro de um minuto o carro partiu
levando ela e me deixando sozinho com a minha irmã, tendo quatro dias
pela frente para conseguir o que eu queria.

Não consegui dormir mais, estava ansioso para ver a cara da Nadir
agora. Mas procurei relaxar, tinha muito tempo pela frente ainda.

Somente lá pelas 13 horas, eu estava calmamente vendo televisão na
sala, vi a porta do quarto dela se abrir. Eu sabia que ela estava
adiando ao máximo aquele momento. Ela saiu descabelada e ainda de
pijama, que se resumia um short de malha surrado e uma camiseta velha,
passou calmamente diante de mim para o banheiro. Lá, deve feito o seu
xixi, deu um jeito nos cabelos, se dirigiu à cozinha e comeu alguma
coisa. Depois, veio calmamente para a sala e sentou numa das poltronas
à minha frente, do lado direito, e passou também a olhar a tv. Tudo
isso sem olhar para mim, sem me dar bom dia ou boa tarde e sem falar
comigo. Ainda estava de pijama e eu olhei demoradamente para o corpo
dela. Era gordinha, mas era gostosa a filha da puta. Os peitões, as
coxas, a bunda, a cara rechonchuda, sempre emburrada, a boca pequena,
que parecia estar sempre molhada.

Ela coçou a perna e bocejou preguiçosa.

- Dormiu bem? – Perguntei, na esperança de que a coisa pudesse vir a ser por algum milagre amistosa.

Ela se recusou a responder.

Dei mais um tempo e resolvi pôr as cartas na mesa. Era hora da verdade. O jogo havia acabado.

- Você sabe que eu vou te comer, não sabe?

Pela primeira vez ela olhou pra mim, e ficou me olhando. Os seus olhos,
oscilando entre medo, resignação, indiferença e vazio, buscavam alguma
coisa nos meus, que eu sustentava firme, cheio de desejo e
determinação. Ficamos assim por alguns segundos e ela voltou a olhar
para a tv sem dizer nada.

Dei mais um espaço de tempo de um minuto ou dois, respirei fundo, me
levantei e me ajoelhei diante dela. Não porque isso fosse algum tipo de
reverência ou súplica, mas porque assim, eu teria acesso mais fácil ao
corpo dela, principalmente os peitos. Ela voltou a me encarar, olhando
nos olhos e mais uma vez eu a encarei por alguns segundos. E foi assim,
olhando nos olhos, que eu falei:

- Chega de frescura, maninha. Acabou.

E me curvei para dar-lhe um beijo no rosto. Em seguida levantei por
completo a blusa dela e expus aqueles dois peitões grandes, redondos e
pesados. Ela não reagiu, seguiu apenas me olhando, agora com os peitos
de fora. Eu os contemplei por alguns segundos e, segurando-os, os
abocanhei. Ela continuou não reagindo. Brinquei com a pontinha da
língua nos bicos, chupei-os, lambi-os e os amassei o quanto quis.
Procurei por duas vezes a boquinha dela com a minha para beijar, mas
ela se recusou virando o rosto. Mas na terceira ela deixou e eu toquei
aqueles lábios quentes e frescos com os meus. Chupei-os carinhosamente
e forcei ela a abrir mais a boca, buscando-lhe a língua, que logo veio
para completar o beijo. Pus a mão dela no meu pau por cima da bermuda
enquanto beijava e depois sussurrei em seu ouvido:

- Vá pôr aquela sua mini saia azul que eu quero te comer usando ela.

Me afastei, deixando ela sair, ela se levantou e foi em direção ao
quarto. Esperei com o pau de fora. Estava duro e eu estava arregaçando
ele. Em dois minutos ela retornou. Tinha me obedecido e estava vestida
na mini saia que eu mandei. Tinha trocado também a blusa. Mandei ela se
sentar no mesmo lugar. Ela olhava sem expressão para o meu cacete em pé
e exposto, pronto pra ela, e sentou-se.

No fundo ela era uma garota inteligente, sabia que na guerra que
travávamos já a quase dois anos, a viagem da nossa mãe à praia e a
falta de permissão para se refugiar na casa da amiga tinham ocasionado
a sua derrota e naquele combate final, que ela não tinha nenhuma
condição de vencer, só lhe restava deixar que o vencedor usufruísse dos
louros da vitória. Louros estes que seriam extraídos do seu corpo
rechonchudo com aquela pica que ela estava vendo em pé, ali na sua
frente. Mas ela era uma boa guerreira e se continuasse assim, uma boa
perdedora, apesar de eu pretender usufruir dela agora pelo resto da
vida, começando por aqueles quatro dias, eu ia ser gentil com ela.

Eu continuava de joelhos e a altura do assento do sofá era mais ou
menos a mesma dos meus joelhos ao pau. Ela ia pro saco ali mesmo,
sentadinha. Abri-lhe um pouco as pernas e ela não se opôs. Vi lá no
fundo, no entre pernas, a calcinha, sabendo que embaixo dela estava a
preciosa buceta. Ela apenas me olhava, sem emoções, somente a espera do
meu passo seguinte. Alisei o lado de dentro de uma das coxas dela e fiz
a mão deslizar na direção das virilhas. Ela apenas apertou os lábios e
os lambeu quando sentiu a minha mão tocar na vulva por cima do tecido.
Massageei um pouco por cima da calcinha e em seguida comecei a enfiar
os dedos debaixo dela pela lateral. Primeiro, senti os pentelhos,
depois, procurando, os lábios vaginais, que acariciei. Estava ali a
entrada da gruta, e estava molhada.

Eu já tinha comido várias bucetas e até alguns cus. De mulher eu
entendia. Ela apertou novamente os lábios e dessa vez olhou pro alto.
Pensei comigo enquanto corria os dedos pelos lábios vaginais dela: "Tá
resistindo, né, maninha? Mas a bucetinha não mente. Vamos ver até que
horas você vai conseguir ficar apenas me olhando, sem querer curtir".

Depois, abandonei por um momento a gruta dela e, segurando pelas
laterais da peça nos quadris, fiz menção de tirar sua calcinha. Não
precisei falar nada, ela ergueu um pouco a bunda e me deixou puxa-la. O
pedaço de pano, que era a última proteção daquela xaninha, deslizou
suave pelas pernas dela até sair pelos pés. E não adiantou ela olhar
com carinha de súplica para a peça, parecendo pedir para ela não lhe
abandonar. A calcinha foi pro chão a um metro e meio de distância e
ficou lá, abandonada. Foram separadas uma da outra. A rachadura
cabeluda que ela tinha entre as pernas agora estava totalmente
desprotegida e ela ficou olhando com piedade por alguns segundos para a
calcinha jogada ali no chão, enrolada. Parecia um náufrago olhando
conformado os pedaços da sua tábua de salvação que acabara de ser
destruída. Aquela calcinha parecia ser sua velha companheira, estava
velha e surrada. Mas agora sua boceta ia ser apresentada a um outro
objeto, alguém que a muito queria conhece-la.

Tirei a camiseta dela e os peitões pularam para fora novamente,
balançando. Abri novamente as suas pernas, dessa vez ao máximo, o que
fez a mini saia dela subir para a cintura, e vislumbrei, parecendo ser
o centro de onde partiam as duas pernas dela e todo resto do corpo que
havia para cima, sua vulva. Era cabeluda, mas não em exagero, e tinha
um belo talho no meio, talvez pela posição, deixando aparecer os
chamados pequenos lábios que ficavam internos, nas laterais do talho.
"Maninha, você é demais", quase falei pra ela. Senti imediatamente
vontade chupar, mas isso podia ficar para depois.

Enquanto eu olhava para a buceta dela, ela olhava para minha cara. De
certa forma, embora mais comedida, ela parecia ter a mesma curiosidade
que eu, só que a dela era quanto as minhas reações e o que eu ia fazer.

Decidi não perder mais tempo e comer logo aquela chavasca virgem da
minha irmã. As demais explorações e reconhecimentos eu faria depois. Me
livrei rapidamente do shortão, da cueca e da camisa e comecei a me
encaixar entre as pernas dela, colocando a cabeça do pau, que estava
duro e em pé que parecia ferro, a uns quatro dedos da boceta dela.
Agarrei ela com os dois braços pelas ancas e puxei pra mim até sentir o
racho macio, molhado e morno encostar na cabeça do meu pau. Ela engoliu
em seco, nervosa, e eu falei:

- Me dá um beijo – e abocanhei a boquinha dela, puxando ela contra minha pica.

Era apertadinha e dentro de instante ela começou a sentir os efeitos da
cabeça da pica alargando a entrada do seu canal. Arregalou os olhos,
apertou-os, abanou com os braços no ar, gemeu abafado pelo meu beijo,
mas eu continuei firme até sentir a pica entrar. No entanto, naquela
posição não dava parar enterrar tudo, com muito esforço passava um
pouco da metade, mas eu comecei a foder assim mesmo. Era muito gostosa.
Soltei a boca dela um pouco e mandei ver com ela fazendo caras e bocas
de dor. Mas eu sentia necessidade de pôr tudo e, depois de um tempinho,
resolvi mudar de posição.

Tirei o pau ensangüentado da buceta dela. O sofá também estava com uma
manchinha. E mandei ela se deitar no tapete. Ela olhou para o sangue
com naturalidade e obedeceu calada. Levantei as duas pernas dela,
arreganhando e dobrando na direção do tronco, fazendo a boceta suja de
sangue ficar totalmente à disposição e fui por cima. Ela me olhava, me
ajeitando sobre ela e posicionando a cabeça do pau novamente na entrada
da sua racha, ligeiramente apreensiva. Sabia que ia doer de novo. Eu
lembrei de todas as vezes que ela já tinha me rejeitado, encarei ela
agora ali arreganhada embaixo de mim, com os meus dezessete centímetros
de pica posicionados na porta da buceta dela, pronto para invadi-la, e
com as palavras "toma irmãzinha" ecoando na minha cabeça, eu cravei a
pica até o talo, até o meu púbis amassar o dela. Ela deu um meio grito,
meio gemido, perdendo o restinho do cabaço, e ficou meio desorientada.
"Rasguei, filha da puta", pensava eu, experimentando o prazer
indescritível de estar todo dentro daquela buceta apertada da minha
irmã. Ela ensaiou um choro sem lágrimas, mas não insistiu nele, e eu
comecei a foder.

Como era gostosa aquela buceta!

O entra e sai do meu pau e as estocadas que eu dava, comendo-lhe a
periquita, começou a mexer com ela. Não sei em que momento a dor foi
embora, mas notei que logo ela começou a revirar os olhinhos, engolindo
em seco para segurar os gemidos de prazer.

Fodi, fodi, fodi... em todos os ritmos, me deliciando com aquela gruta
quente, macia e apertada. Reparei que quando acelerava os movimentos,
ela gostava mais e quase não se controlava. E comecei a insistir
enquanto fazia:

- Num é gostoso, maninha?

Até que numa das vezes, ela, torturada pelo prazer, confirmou tímida, quase gemendo:

- Um rumm.

Isso me fez sentir mais tesão e fode-la com mais gosto, soltando todo o
peso do meu corpo sobre o dela e sussurrando em seu ouvido:

- Sua boba... com um bucetão gostoso desse... seu irmãozinho louco pra comer e você sem querer dar...

Pela primeira vez senti sua mão nas minhas costas. Ela estava sem
jeito, mas o tesão a obrigava a me acariciar. Empurrei o outro braço
dela para cima de mim, demonstrando que aceitava o carinho e ela me
abraçou. Fodi tanto e com tanta rapidez a buceta dela nessa hora que
quase, ou arranquei, seu primeiro orgasmo. Agora estava fodendo como
normalmente é uma foda: os dois se entregando, se curtindo e buscando o
prazer, a realização.

Senti que o meu orgasmo estava se aproximando e acelerei os movimentos
mais uma vez. Na hora "H", arranquei de dentro e, socando o pau com a
mão, esguichei porra sobre ela. Os jatos atingiram sua barriga e os
seus peitos e ela ficou me vendo gozar, curiosa, acompanhando os
espirros do pau e a minha fisionomia com toda atenção. Quando terminei,
o seu rostinho era de satisfação e orgulho. Cai cansado, abandonando o
combate, ao lado dela.

Enquanto eu me refazia, notei que ela brincava com a ponta do dedo
indicador com as poças de porra sobre ela. Parecia ligeiramente bem
humorada se entretendo com a porra e está satisfeita por ter arrancado
aquilo de mim, talvez por ter visto a minha cara de sofrimento ao
expelir. Parecia querer ter contato com o produto e estar tentando
fazer algum desenho com ele. Mal sabia ela que daquele dia em diante
seu contato com a minha porra ia ser freqüente e que muitas vezes ela
ia sentir até o gosto.

O sangue da virgindade dela tinha borrado bastante o meu saco e sujado
os meus pentelhos, mas já estava seco. O mesmo borrão de sangue seco
podia ser visto entre as pernas dela, nas virilhas e na parte de baixo
dos lábios vaginais, onde o meu saco batia.

Mas o meu tesão pela minha irmãzinha rechonchuda não era coisa que se
extinguisse com uma única foda e, depois de descansar um pouco, eu
disse que iríamos tomar banho e mandei ela tirar a saia. Fiz ela ir à
minha frente totalmente nua e fui atrás, seguido-lhe os passos e
apreciando aquele bundão volumoso. Quando chegamos no banheiro o meu
cacete já estava novamente em pé.

Liguei o chuveiro e, puxando-a para debaixo dos jatos de água, peguei o
sabonete e comecei a passar no corpo dela. Ela deixava, eu diria que
gostando, as minhas mãos deslizarem, massageando e acariciando todo o
seu corpo, as costas, as nádegas, os seios, entre as pernas. Mas agora
ela procurava não me encarar para não me deixar perceber o quanto
também me desejava. Quando eu tentava buscar seus olhos, ela desviava
os dela com uma expressão de sorriso e vergonha, o que me agradava.
Lavei também o meu pau e em seguida virei ela de costas, dedicando toda
a minha atenção a aquela bundona. Fiz bastante espuma nas mãos e
comecei a massagear com força as volumosas nádegas, deslizando com
freqüência a mão por entre elas. Com o auxílio da espuma minha mão
escorregava atolando por dentro do vão. Podia ouvir a respiração
ofegante de Nadir, excitada e, como é natural, lutando contra o tesão
para não se perder nele enquanto eu fazia isso. Num desses passeios da
mão por entre as sua nádegas, localizei seu cuzinho e passei a
massagear a entrada dele com a ponta do dedo. O pau estava pronto para
invadi-lo. Sussurrei no ouvido dela:

- Arrebita essa bundinha para o seu irmãozinho, arrebita.

Antes de eu terminar a frase, aliás, acho que logo que a comecei,
Nadir, como se estivesse ansiosa para fazer isso e esperando só o
pedido, arrebitou o traseiro. Carinhosamente, enfiei o dedo, que
deslizou macio até fim, para dentro do cuzinho dela. Movimentei ele
para frente e para trás algumas vezes e tirei porque o meu cacete já
não agüentava mais ficar fora daquele buraquinho. Fiz ela encostar na
parede de costas para mim, mandei que continuasse com a bunda
arrebitada e tomei posição atrás para enraba-la. Segurando aberta tanto
quanto era possível com as mãos ensaboadas uma de suas nádegas, guiei a
cabeça da pica, também devidamente ensaboada, para a entrada do cuzinho
dela. Forcei e não houve dificuldade. Embora apertadinho, o cu macio da
minha irmã engoliu o meu cacete inteiro. Ele afundou deslizando macio
nas paredes aveludadas do cu dela como se tivesse sido tragado, ficando
atolado até a base na bundona dela, e a guerreira gemeu abafado, mas
não abandonou o combate, continuou com a bunda arrebitada. Fiz-lhe umas
carícias nas costas, beijei-lhe o cangote e apalpei-lhe os seios
enquanto dava aquele tempinho básico para ela se acostumar com a
penetração e depois comecei a foder. Que dilícia que era o cu da minha
irmãzinha! Estoquei gostoso enterrando tudo, por uns vinte minutos, e
acho que dessa vez ela gozou, porque gemia muito se apoiando na parede
e arrebitando cada vez mais e decididamente o traseiro enquanto eu
atrás lhe ajuntava a bundona com toda a força dos meus quadris. Dei uma
gozada fenomenal dentro dela, que mordendo furiosamente o lábio
inferior rebolava o traseiro. Tirei o pau de dentro e, cansados,
terminamos de tomar banho em silêncio. Mas ninguém tirava mais a
expressão de vida nova e feliz que minha irmã tinha no rosto.

Depois, comemos alguma coisa que nossa mãe tinha deixado pronto e
voltamos a assistir televisão. Mas não éramos mais os mesmos. Agora
trocávamos comentários sobre o que víamos e mais tarde até ligamos o
som e dançamos agarradinhos.

Naquela noite dormimos juntos na minha cama. Acordei já comendo ela,
dessa vez na cama, dessa vez ela querendo também. E assim foram os
quatro dias na ausência de nossa mãe. Nos tornamos amantes a partir daí
e praticávamos sexo sempre que tínhamos a oportunidade, sem que nossa
mãe soubesse, ou soubesse, mas preferisse fingir que não sabia. Disso
sempre tive duvidas.

Com o passar do tempo, fomos esfriando e aumentando o tempo entre as
nossas transas, até que paramos naturalmente. Simplesmente não
aconteceram mais.

Hoje minha irmã, que já é casada e tem filhos, como eu, é minha melhor amiga e parece que nada disso nunca aconteceu.

Fim de semana com a namorada e a mana!




Minha namorada tem 28 anos, é
bonita, possui um lindo corpo de 1,65 m de altura, peitos
durinhos, bunda redondinha, coxas e pernas simplesmente
maravilhosas. Além disto, é separada de
um cara que não soube cuidar dela durante 1 ano
de casamento. Ela se chama Dani, possui curso superior
e super-alto-astral e tem uma cabeça bastante
aberta. Tudo que propus a ela até hoje, ela topou
fazer. Uma dessas coisas é o que vou contar neste
relato. Certa noite, depois de transarmos, fui conversando
com Dani a respeito de sexo a três. Confessei-lhe
que minha fantasia era transar com ela e com mais uma
outra mulher.

Dani achou a idéia muito legal
e disse-me que, além de possuir também
a fantasia de transa a 3, gostaria muito de ter uma
experiência sexual com outra mulher. Eu já
havia percebido esse interesse da Dani em omossexualismo
feminino pelas fitas eróticas que gosta de assistir.
Bom, apesar dessa nossa grande tara, tínhamos
eceio sobre quem seria nossa parceira. Não queríamos
nenhuma garota de programa e tampouco alguém
que não conhecêssemos. Dani me surpreendeu
ao sugerir o nome da minha irmã, Kely, com argumentação
sustentada em três pontos: primeiro, é
que, em se tratando de minha irmã, eu ficaria
de fora, só vendo; segundo, que dificilmente
eu me apaixonaria pela minha irmã; e, terceiro,
por ela ser uma mulher bonita e gostosa, requisitos
que minha namorada não dispensaria para uma transa.

Depois de ser convencido por Dani, começamos
a bolar um plano para colocar a fantasia de minha namorada
em prática, pois a minha só ficaria no
plano do voyuer, que, de qualquer forma, me agradava
também. Convidamos minha irmã para passarmos
um fim-de-semana prolongado numa cidadezinha do Sul
de Minas, onde havia um hotel de chalés. Diga-se,
a propósito, que minha irmã, de 21 anos,
acabara de terminar um namoro de 2 anos e se encontrava
sozinha. Ela topou o passeio, arrumamos as coisas e
partimos. Eu já havia combinado com Dani algumas
coisas para efetivar nosso plano. Quando chegamos ao
nosso chalé, por volta de 11 da noite, abri uma
lata de cerveja para cada um de nós e começamos
a conversar abobrinhas. Percebi que chegava a hora de
introduzir minha irmã no esquema que eu e minha
namorada tínhamos bolado. Fui para o banheiro
tomar banho e por lá fiquei aproximadamente meia
hora.

Neste ínterim, Dani conversava com Kely
procurando abordar assuntos relacionados a sexo. Depois
de muito blá blá blá, Dani disse
à Kely que tínhamos um monte de cenas
de sexo gravadas em fita de vídeo, porém
as cenas não tinham angulação nem
efeito zoom porque a filmadora necessitava ficar estática
e confessou sua vontade de ter cenas gravadas em diversos
ângulos e, principalmente, filmagens bem próximas
dos atos sexuais, tipo filme pornô. Minha irmã
sacou a indireta e se ofereceu para fazer as filmagens.
Minha namorada achou ótimo e disse-lhe que ia
me consultar se eu concordaria em ter uma voyuer nas
nossas transas, adiantando-lhe que, como se tratava
dela - minha irmã - eu provavelmente toparia.
Lógico que concordei quando Dani me falou sobre
o assunto assim que saí do banho. Nesse momento,
minha irmã pegou a toalha e entrou para o banheiro.
Fiquei com minha namorada acertando os detalhes dos
momentos seguintes. Minha irmã saiu do banho
vestindo uma camisola rosa, transparente, onde podia
visualizar todo o contorno de seu maravilhoso corpo,
em especial os seus peitinhos durinhos, cujos mamilos
quase furavam a camisola. Enquanto minha namorada foi
tomar banho, fui explicar pra minha irmã como
operar a filmadora e alguns detalhes das cenas que gostaria
que ela filmasse. Como o papo era sexo, não contive
a ereção contínua de meu pau debaixo
do short do pijama de malha fina, chamando a atenção
de Kely. Pasmem! Ela segurou-o e disse-me: "Tá
em ponto de bala, heim". Num segundo, passou pela
minha cabeça um monte de fantasias. Pus a mão
na coxa dela e sinalizei: "Ele está para
o que der e vier.

O que acontecer dentro destas quatro
paredes ficará só entre nós"
. Com isto, lancei a senha para qualquer tipo de situação
que pudesse vir a acontecer. Mas Kely deu uma freada
naquele papo, comentando: "Opa, espera aí,
não é bem isto, não". Analisei
comigo: falou uma coisa e está querendo exatamente
o oposto. Finalmente minha namorada saiu do banho vestindo
apenas um robe de seda com o cinto amarrado na cintura.
Minha namorada e eu deitamos na cama enquanto minha
irmã iniciou a filmagem. As cenas de sexo por
si só já provocariam um tesão legal
em minha irmã; mas combinei com a Dani que enfatizaríamos
nossa libido pra bichinha ficar doidona. Comecei chupando
os peitinhos de Dani, descendo com minha língua
pelo seu corpo até alcançar sua bocetinha.
As chupadas na grutinha de Dani arrancavam-lhe gemidos
de intenso tesão. Quando ela levantou suas pernas
e jogau-as para trás, o caminho do cuzinho estava
aberto e iniciei uma gostosa chupada, ficando assim
por alguns instantes. Dani continuava deitada de costas
e direcionei meu mastro para a sua boca. Ela iniciou
uma deliciosa chupada deixando o caralho entrar e sair
pela sua boca. De vez em quando chupava meu saco e voltava
para a glande. Tratamos de fazer um 69. Depois Dani
sentou-se no meu pau, mas de costas para mim, e cavalgou
nele rebolando sua bundinha bem de frente ao meu rosto.
Aproveitei e acariciei seu cuzinho com meu polegar direito.
Em seguida, Dani se virou e sentou-se novamente no meu
mastro, agora beijando-me freneticamente e, em poucos
instante, gozou alucinadamente, dando gritos de prazer
intenso. Não demorou muito e chegou a minha vez
de ejacular um litro de esperma que estava segurando
até aquele instante.

Dani saiu do meu pau e loucamente
começou a chupá-lo, engolindo todo o líquido
que ainda saía por ele. Tudo isto estava sendo
registrado por uma filmadora operada por minha irmã.
Dei um suspiro de satisfação enquanto
via Kely desligar a filmadora. Dani tratou de buscar
uma cerveja para nós e começamos a conversar.
Tive a idéia de conectar a filmadora na televisão
e vivenciar todos aqueles momentos na telinha, como
também para certificar de que minha irmã
tinha cumprido fielmente nossas orientações
nas tomadas das cenas. Vibramos ao ver aquele filme,
que acabou nos excitando novamente. Meu pau já
estava pronto para outra. Dani comecou a chupá-lo
enquanto eu observava minha irmã se dirigir ao
banheiro. Perguntei-lhe o que ia fazer e ela me disse:
"Vou cuidar de mim, pois não agüento
mais de tanto tesão". Chamei-a de volta
para a cama procurando desinibi-la a praticar sua masturbação
ali mesmo, junto da gente. E ela topou na hora. Kely
foi para o outro lado da cama, deitou-se, e, devagarinho,
levantou a camisola até a cintura, tirou a calcinha
e começou a se masturbar. Depois daquela do "tá
no ponto de bala, heim", senti-me no direito de
descer a alça de sua camisola e comecei a acariciar
o peitinho de minha querida irmãzinha. Ela não
se incomodou com isso.

Cheguei ao ouvido dela e perguntei-lhe
se queria fazer o mesmo que minha namorada estava fazendo.
Ela fez sinal afirmativo com a cabeça. Delicadamente
afastei Dani, dando-lhe sinal que começava a
rolar nosso combinado. Deitei em posição
inversa à da minha irmã, colocando meu
pau de frente à sua boca. Ela virou-se de lado,
pegou-o pela base e começou a chupá-lo.
Fui às nuvens. Acredito que para a maioria das
pessoas isso pode ser o cúmulo do absurdo, mas
para mim foi o cúmulo do prazer. Como retribuição,
abri as pernas de Kely e iniciei uma deliciosa chupada
em sua bocetinha, que estava completamente molhada.
Que prazer maravilhoso. Nesta altura, achei que minha
namorada ia cair de cima envolvendo-se num menage a
trois, mas não o fez. Ela confessou-me mais tarde
que estava receiosa por uma rejeição de
Kely. Preferiu, naquele momento, alisar minha bunda,
e beijar-me na região da virilha, pois, assim,
demonstraria à minha irmã sua concordância
em tudo aquilo que estava acontecendo. Eu e Kely continuávamos
chupando um ao outro. Sentia sua boca quente no meu
caralho e ansiava por gozar nela. Não deu outra.
Comecei a ejacular e senti que ela também estava
gozando. Ai, como gozava gostoso na minha boca; ela
apertava minha cabeça com suas deliciosas coxas.

Eu gemia de prazer ao sentir que ela não rejeitava
nenhuma gota de minha porra quente em sua boca. Ficamos
naquela mesma posição por algum tempo
quando ouvi gemidos de minha namorada. Fui conferir
o que estava imaginando: masturba-se alucinadamente.
Então fiz questão de dar um help pra ela
dirigindo minha boca na direção de sua
bocetinha. Mas ela preferiu mesmo foi continuar seu
trabalho solitário. Saquei que, na verdade, sua
intenção era a de atrair minha irmã,
mas naquele momento não deu. Dani gozou e deu
um enorme suspiro de felicidade, tirando de nós
três tímidos risos iniciais, seguidos de
gargalhadas de prazer. Mas percebi que minha irmã
estava um pouco constrangida. Afinal não é
todo dia que se ouve um relato como este, e, tampouco,
experimenta-se situações como aquelas
que acabara de vivenciar. Procurei confortá-la
dizendo-lhe que já tinha lido relato semelhante
que não éramos os primeiros a fazer aquilo
e que não seríamos os últimos.
O importante, acrescentei, é o prazer que foi
proporcionado. "Foi bom, meu bem?". "Foi
ótimo", ela finalizou. Lembrei-me de que
havia comprado na estrada a revista Ele & Ela. Fui
buscá-la e propus a elas curtirmos os contos
eróticos de Fórum, combinado que os relatos
dos homens seriam lidos por mim e o das mulheres por
elas, alternadamente. Lemos todos eles, mas o que mais
se destacou para nós foi um relato de um cara
que vivenciou uma tremenda de uma transa com duas irmãs
gêmeas, que praticavam o lesbianismo.

Aquele conto
combinou com a nossa situação. Fiz questão
de lê-lo outra vez, enfatizando os momentos em
que as duas gatas transam. Depois de mais uma cerveja,
minha irmã se levantou dizendo que ia dormir.
Fiquei conversando com minha namorada por 40 minutos
mais ou menos. Apesar de Dani estar louca de desejo
em transar com minha irmã, não se sentia
segura de como aquilo poderia rolar. Disse-lhe, então,
que ia bater um papo com Kely e iria abordar o assunto.
Levantei-me, dizendo-lhe que, para todos os efeitos,
ela, Dani, já estaria dormindo. Subi para o quarto
de minha irmã. O quarto não possuía
porta, pois era uma espécie de mesanino sobre
a sala que tinha pé direito duplo. Apesar de
pouca claridade, percebi que minha irmã ainda
estava acordada. Sentei na beirada de sua cama e começamos
a conversar. Não me concentrava em nenhum assunto,
pois na minha cabeça - aliás, nas duas
- era fixo o desejo de transar com Kely. Depois de algum
tempo, resolvi manifestar minha tara. Ela disse-me que
não achava uma boa idéia, apesar de confessar-me
seu enorme desejo por mim. Arrisquei numa alternativa,
propondo-lhe sexo anal. Kely recusou a proposta justificando-se
nunca ter transado por trás. Como expert no assunto,
não tive a menor dificuldade para convencê-la
do prazer que sentiria. Aí ela topou. Pedi-lhe
que ficasse de bruços, acomodei todo o meu corpo
em cima do dela e fui relando meu pau no rego de sua
bundinha. Comecei a beijá-la nas costas, descendo
até seu reguinho, dando boas mordiscadas na bundinha
dela. Ajuntei suas pernas e comecei a lamber o dorso
de suas coxas começando na curva do joelho e
fui subindo em direção à bunda
dela.

Cada centímetro que subia, Kely ia abrindo
suas pernas de tal forma que quando cheguei em suas
nádegas a abertura já era total. Comecei
a chupar aquele delicioso cuzinho deixando minha irmã
completamente louca de desejo. Ali depositei uma quantidade
razoável de saliva para facilitar a penetração.
Pedi a ela para fazer o mesmo no meu pau. Ela deu uma
gostosa chupada nele e ficou de quatro. Orientei-a a
relaxar os músculos do ânus fazendo força
como se estivesse evacuando. Quando percebi as pregas
se estufando para fora, comecei a penetração,
bem devagarinho para não machucá-la. Quanto
mais meu pau entrava no cuzinho de Kely, mais ela gemia
e rebolava com muita intensidade. A loucura aumentou
quanto comecei a masturbá-la. Comia o cuzinho
de minha irmã alucinadamente, carregando um tesão
que só foi aliviado quando gozei intensamente.
Mantive ainda a masturbação nela até
que ela gozou freneticamente. Como estávamos
satisfeitíssimos com aquilo! Conversamos um pouquinho,
despedi-me dela e perguntei-lhe se tinha alguma objeção
em que eu comentasse aquela transa com minha namorada.
Ela me respondeu que não, pois naquela altura
do campeonato havíamos perdido todos os referenciais
sociais. Achei o momento crucial para transmitir-lhe
o desejo de minha namorada em transar com ela. Ela me
disse: "Agora só falta essa experiência
no meu currículo sexual. Vou pensar." Quando
cheguei no meu quarto, percebi que minha namorada ainda
estava acordada. Ansiosa por saber como tinha sido minha
conversa com Kely, comentei com ela apenas que achava
que ela toparia. "Cometi uma loucura", mudei
de assunto.

Dani quis saber o que acontecera e comecei
a relatar a mais incrível experiência que
tinha vivido até aquele momento. Contei-lhe tudo,
com todos os detalhes. Dani me disse que, logo que subi
para o quarto de minha irmã, ela foi para sala
e sentou-se no sofá. De lá ela ouvia os
gemidos de Kely e imaginou que estávamos transando.
Não contendo sua excitação, começou
a se masturbar fantasiando um delicioso e inesquecível
sexo grupal entre nós três. Amanheceu o
dia. Acordei e chamei Dani. Começamos a bolar
um plano para que ela conseguisse transar com Kely,
ou pelo menos que desse um início. Mal arquitetamos
o plano, ouvimos minha irmã descer as escadas.
Continuamos numa boa, conversando, quando Kely apareceu
na porta do quarto. Ela estava enrolada numa toalha
de banho. Chamei-a até a cama e pedi-lhe para
assentar-se e nos ajudar a programar os passeios do
dia, já que eu e minha namorada não tínhamos
chegado a nenhum acordo. Definido o programa - fiz questão
que as duas ganhassem - disse a elas que já que
eu tinha perdido, faria uma proposta a elas: "Estou
louco de vontade de ver vocês chuparem o meu mastro,
as duas juntas". Uma olhou para a outra e Dani
foi a primeira a manifestar-se: "Eu topo".
"Eu também", disse minha irmã.
Então levantei-me, fui ao banheiro mijar, dando
tempo à minha namorada de se preparar conforme
tínhamos combinado no nosso plano.

Quando voltei,
Dani se ajoelhou, pegou meu mastro e começou
um delicioso boquete. Minha irmã ajoelhou-se
de frente à minha namorada e ficou alisando minha
coxa enquanto aguardava sua vez. Dani passou meu pau
para Kely, que estava ávida para pôr a
boca no meu instrumento. As duas começaram a
alternar as chupadas e, logo depois da terceira, Dani
puxou a toalha que ainda cobria minha irmã e
começou a acariciar-lhe seu peitinho, enquanto
Kely se divertia com o meu caralho. Kely passou a vez
para Dani enquanto deslizava a mão na minha bunda,
fixando seu olhar na mão de Dani acariciando
seu peito. Vi minha namorada descer a mão pelo
corpo de minha irmã alcançando sua coxa
e iniciando uma suave carícia. Quando Dani largou
o meu pau, foi direto com a boca no peito de Kely dirigindo
sua mão para a boceta dela. Parecia que Kely
estava achando aquilo maravilhoso. Quando chegou a vez
de Dani chupar o meu pau, minha irmã iniciou
uma deliciosa chupada no peito de Dani lançando
sua mão na bocetinha dela retribuindo o maravilhoso
carinho que Dani fazia em Kely. Aquilo para mim foi
o máximo: ficar vendo minha irmã e minha
namorada se alternarem nos boquetes no meu caralho e
nas chupadas no peito da outra, ao tempo em que as duas
masturbavam-se mutuamente. Minha irmã foi a primeira
a gozar no momento em que chupava meu pau. Dani parou
de masturbar Kely ao passo que esta acelerava a masturbação
em Dani. Agora era a vez de minha namorada me chupar.
Kely voltou a chupar o peito de Dani mantendo a masturbação
nela até o momento crucial de um delicioso gozo.
Aí eu não agüentei e jorrei um espumante
leite quente na boca de minha namorada. Aquela porra
escorria pelo pescoço de Dani atraindo a boca
de minha irmã, que foi chupando todas as gotas
de esperma que havia em Dani.

Minha irmã ainda
deu uma última chupada no meu pau na esperança
de encontrar um restinho de leite, mas minha namorada
já havia bebido ele todo. Depois daquela deliciosa
transa entre minha namorada, eu e minha irmã,
fomos os três para o banho. Pelo fato de o box
ser grande, nos deliciamos lavando o corpo do outro.
Depois do banho fomos tomar o café da manhã.
O hotel estava bem vazio e tínhamos liberdade
para conversarmos à vontade sobre o que estava
acontecendo conosco, relembrando cada detalhe, com destaque
para aqueles mais picantes. Conversando com um dos empregados
do hotel, perguntei-lhe o que de bom poderia se fazer
naquela pequena cidade. O moço nos disse que
poderíamos conhecer a cascata da Água
Viva, distante do hotel uns 10 km, em cujo local havia
uma cachoeira dentro de uma fazenda, mas com acesso
irrestrito para as pessoas que iam lá. Saímos
do café, voltamos para o chalé, vestimos
nossas roupas de banho, pegamos o carro e partimos.
Chegando lá, ficamos deslumbrados com a beleza
da vegetação e com o conjunto arquitetônico
que a mãe natureza havia construído. Ninguém
à vista. Ficamos apenas com a roupa de banho,
estendemos toalhas nas planas pedras. Na hora de bronzear
o corpo, cada um o fez para o outro. Enquanto eu passava
no corpo da Dani, minha namorada, a Kely, minha irmã,
passava nas minhas costas.

Dani cuidou de Kely bronzeando
seu corpo quase que por inteiro. Aquilo me deixou louco
de tesão. Depois de algum tempo, não apareceu
ninguém no local, o que ensejou minha namorada
a tirar seu soutien, convidando minha irmã a
também fazer topless. Kely se prontificou na
hora. Eu fui mais audacioso tirando minha sunga, ficando
completamente pelado diante delas, o que as incentivou
a fazer o mesmo. Depois de alguns banhos, resolvi bronzear
minha irmã. Ela estava deitada de barriga para
baixo com aquele monumental bumbum às minhas
vistas. Comecei passando em suas costas, depois na bundinha
dela, nas coxas, pernas. Ao passar na parte interna
das pernas, meu pau começou a ficar duro manifestando
o tesão que estava sentindo. Dani me olhava cinicamente,
aprovando o que estava fazendo. Deixei o bronzeador
pra lá e comecei a relar meu pau entre as coxas
de Kely. Quanto mais eu ia subindo, mais ela ia abrindo
suas pernas. Encostei a cabeça do caralho na
porta da grutinha de minha irmã, sentindo que
sua bocetinha estava molhada. Fiquei massageando-a com
meu mastro. Minha irmã estava delirando com aquilo
não provocando motivos para eu para. Comecei
a penetrá-la, bem devagarinho. Meu pau entrava
naquela grutinha que eu desejava desde o dia anterior.
Tudo isso na frente da minha namorada, que se contorcia
de tanto tesão. Ela, Dani, se pôs a vigiar
a redondeza para não sermos flagrados. Eu estava
nas nuvens comendo minha maninha por trás e ela
soltava gemidos de prazer acolhendo meu pau com seu
delicioso rebolado. Me desliguei do mundo curtindo aquela
deliciosa bocetinha que jamais pensara em comê-la.

Fique mais louco de tesão ao ver minha namorada
se masturbando. Não sei o que me dava mais prazer:
se era pelo fato de estar transando com minha irmã
ou se era por estar vendo Dani se masturbando e concordando
com seu namorado comendo outra mulher na sua frente.
Dani foi quem se preocupou em perguntar à Kely
se eu podia gozar dentro. Minha irmã disse-nos
que podia gozar à vontade. Neste momento, percebi
que ela levou sua mão para a xaninha e começou
a se masturbar também, aumentando ainda mais
seu prazer. Após alguns instantes, Kely se entregou
a um imenso gozo manifestado por gemidos de prazer.
Dani continuava se tocando. Que bela visão eu
tinha da minha gata. Daí a pouco entrei em êxtase,
chegando ao ponto máximo daquela inesquecível
primeira vez com a maninha, jorrando uma porrada de
líquido em sua xoxota. Eu não podia estar
mais feliz e satisfeito. Ainda com o pau na boceta de
Kely, estiquei o corpo para o lado de minha namorada
e comecei a chupar sua bocetinha. Misturavam-se língua,
boca e dedos naquela xaninha cheirosa. Dani, então,
me fez um pedido extraordinário. Pediu-me para
chupar meu caralho. Do jeito que ele se encontrava,
molhado pela porra e pelo caldinho da mana, coloquei-o
na boca dela e, daí a poucos instantes, vi sua
expressão de felicidade externar-se um delicioso
gozo. Que farra gostosa estava aquela. Passada meia
hora, eu e Dani fomos para a água.

Ali se encontrava
uma pedra mais ou menos plana na qual Dani sentou-se.
Comecei a fazer-lhe deliciosos carinhos que deixaram
meu pau duro novamente. Abri as pernas dela e comecei
a penetrá-la. Agora era a minha irmã quem
nos observara a uns 3 metros de distância. Ela
era também quem vigiava a chagada de alguém.
Estava metendo gostoso na minha gata quando ela me pediu
para penetrá-la em seu cuzinho. Levantei suas
pernas para posição de frango assado,
tirei meu mastro de sua boceta e, com ele bastante molhado,
introduzi em seu ânus, com força, arregaçando
aquele buraquinho apertado. Consegui enfiar ele tododinho.
Quando olho para a minha irmã, vejo aquela cena
de que tanto gosto: dedinho na xaninha, língua
para fora e uma mão acariciando os seios. Era
muito tesão que eu tinha para curtir. Aí
comecei a tocar uma punhetinha em minha namorada. De
vez em quando era ela quem tocava. Ficamos alternando
sua masturbação enquanto meu pau entrava
e saía naquele delicioso cuzinho. Quase que ao
mesmo tempo nós três gozamos. Para aproveitar
o sol, nós deitamos sobre a pedra, coberta por
toalhas do hotel e eu comecei a repassar aqueles magníficos
momentos que para mim significavam uma nova visão
sobre prazer sexual. E na minha imaginação
me restava um desejo que expressei-me a elas: queria
vê-las transando. Passados alguns minutos, Dani
levantou-se, pegou o bronzeador e começou a passá-lo
em Kely. Ela estava deitada de costas, de olhos fechados
e eu ali do lado, observando-as. Era perceptível
o desejo de minha namorada em devorar aquele mulherão
que se encontrava sob si. Minha irmã foi abrindo
suas pernas devagarinho quando Dani bronzeava a parte
interna de suas coxas. O tubo foi dexado de lado e,
num ato louco de prazer, Dani começou a chupar
a boceta de Kely, que não ofereceu nenhuma resistência.
Pelo contrário, deliciava-se com o ato tão
magistral de minha gatinha.

Eu fui às nuvens.
Meu pau subiu aos céus. Minha mão direita
sabia o que fazer: punhentinha para celebrar o tão
esperado momento daquela transa. Por um instante Dani
interrompeu seu banquete, se posicionou por cima de
Kely em sentido contrário e ofereceu sua xana
para a boca de minha irmã. Não podia ter
sido melhor. 69 com mulher era meu apetite visual preferido.
Era difícil perceber qual das duas era a mais
gulosa e quem sentia mais prazer. Dani foi a primeira
a gozar, continuando sua apetitosa paletada lingual
na boceta de Kely. Quando senti que eu ia gozar, corri
até o rosto de Dani e deixei aquela porra, ainda
que pouca, saltar em sua boca e na boceta da maninha.
A língua de Dani recolhia todo aquele líquido
deixando Kely com mais tesão ainda, até
que ela explodiu o desejado gozo provocado por sua parceira.
A partir daquele momento inauguramos um novo relacionamento
entre minha mana, minha gata e eu, que precedeu a numerosas
transa entre nós, em tripla ou dupla, originando,
inclusive, em outros relacionamentos inesquecíveis
e picantes.

Meu irmão me satisfaz



Meu nome é Mariana, tenho 27 anos e sou casada há seis com um homem muito bom, carinhoso, mas que no quesito sexo, deixa muito a desejar. Quando casei eu não era mais virgem e apesar de ter ido pra cama com apenas mais três homens antes dele, posso dizer que conheço o que um homem não deve fazer com uma mulher, já que essas pessoas também nunca me fizeram “ver estrelas” especialmente no quesito tamanho! Por isso eu morria de inveja de algumas amigas que contavam ter dado pra homens com cacetes enormes, que metiam por muito tempo... essas coisas todas!
Sou branca de cabelos castanhos; tenho 1,67 m e 60 kg; seios médios e firmes de bicos pontiagudos; cintura fina de quadris largos e bundona grande, empinada e redonda com marquinha de biquínis. Entre as coxas grossas uma xoxota média, mas tão gorda que chega a partir ao meio quando uso shortinhos de cotton ou algodão fino. Enfim, sou uma mulher bonita e gostosa, daquelas que chamam a atenção na rua ou qualquer outro lugar.
Tenho um irmão chamado Cláudio (Kaká para os íntimos), sete anos mais novo que eu segundo a boca pequena é um perfeito garanhão: pau enorme e disposição pra meter até elas pedirem arrego! Eu sempre ouvia essas conversas, mas, achava que era mais exagero, coisa de pessoas que não têm o que fazer e ficam atazanando a vida das outras. Porém, recentemente ele começou a namorar uma garota que logo se tornou minha amiga íntima e não demorou para ela passar a me contar coisas incríveis que eles fazem na cama e de todas as coisas que ela contava, sua ênfase maior era para o tamanho do cacete de meu irmão e pela sua disposição em foder horas e horas! Dandara, a cunhada em questão, me dizia que o pau dele era enoooorme e que quando ele a pegava de jeito, ela ficava dolorida e exausta por dias inteiros e que não tinha como dar pra ele todos os dias como era seu desejo. Isso tudo somado à minha carência por uma pica de verdade, foi fazendo com que eu ficasse curiosa e depois mesmo sem querer, a desejar meu irmão como homem, chegava a sonhar com ele me fodendo loucamente na ausência de meu marido! E de tanto eu querer matar minha curiosidade em relação ao tamanho da sua vara que um dia acabei vendo-o totalmente pelado. Cláudio estava tomando banho e pensando não ter ninguém em casa (ele morava com meus pais) deixou a porta do banheiro aberta. Quando ouvi o chuveiro ligado já imaginei meu irmão se ensaboando, o cacete ereto, aquela delícia! Pé ante pé me aproximei do banheiro e a cena que vi compensou qualquer expectativa: Kaká estava mesmo de pau duro e minha cunhadinha era modesta: aquilo não era um pau enorme, era descomunal, nunca imaginei um cacete daquele tamanho e grossura, cheio de veias, a cabeçorra vermelha. O pau estava tão duro que chegava a tocar sua barriga, a cabeça muito além do umbigo! Kaká ensaboava lentamente aquele monumental cacete saboreando todo o prazer que isso causava deixando-me nas nuvens e louca de desejo de sentir tudo aquilo dentro de mim! Sem pensar em mais nada, tirei toda a roupa e completamente nua entrei no banheiro! Kaká levou o maior susto, mas fingindo naturalidade, disse a ele que queria tomar banho também, porque não, somos irmãos, essas coisas todas! Mas, meus olhos fixos na sua vara dura deixavam claro o que eu de fato queria e meu irmão que não é bobo, sacou isso de cara! Então ele se ofereceu para me ensaboar e eu aceitei ficando de costas para ele, acho que no fundo eu estava corada por estar nua com meu irmão no banheiro! Com habilidade ele começou a passar o sabonete nas minhas costas descendo até minha deliciosa bundona, daí foi subindo sem passar pela xoxota até chegar em meus seios que estavam duríssimos de tanto desejo! Ele acariciou cada um deles demorando mais nos biquinhos que pareciam ponta de lápis de tão durinhos, aí eu não suportei mais e busquei sua piroca dura que roçava na minha bundinha! Foi a vez de Kaká gemer e pressionar minha bundona e coxas com aquele cacete descomunal! Deixando o sabonete de lado, ele fez com eu me inclinasse um pouco para frente e afastasse as pernas. Sabendo o que ia acontecer eu aguardei entre temerosa e cheia de desejos a penetração que fatalmente seria dolorosa. Quando a cabeça tocou minha xoxota e começou a esticar minha rachinha, eu quase gozei, mas imediatamente me dei conta da encrenca em que me metera: com uma estocada poderosa enfiou a metade daquele instrumento enorme e grosso dentro de mim! Não deu pra conter o grito e eu tentei fugir, mas ele segurou-me pelos seios com as ambas as mãos e prendeu-me contra si. A seguir empurrou a piroca enorme pra dentro de mim e só parou quando sentiu os pentelhos tocando minha bunda! Gemendo alto eu pedia que ele fosse devagar, mas, no fundo eu queria mesmo era ser fodida, socada por um macho cheio de tesão, nem pensar naquelas enfiadas suaves de meu marido! E Kaká mandou ver socando sua vara na minha xoxota que mal cabia tudo aquilo dentro dela, mas o prazer de ser bem comida logo substituiu a dor de receber um cacete daquele calibre e eu mexia ajudando as socadas de meu irmão, gemia e gritava pedindo que ele me comesse de verdade, que me fodesse, que socasse com força... depois de me foder por trás por algum tempo ele pediu-me que virasse de frente e foi com uma das pernas flexionadas que continuei levando vara naquele banheiro! Ele socava com tanta força que fazia barulho cada vez que entrava em mim, meus seios apesar de firmes, balançavam a cada estocada! Eu gritava e ele gemia alto até que anunciou que ia gozar. Sem pensar nas conseqüências e gozando também pela primeira vez numa vara, gritei pedindo que ele gozasse, que me enchesse de pôrra quente e ele atendeu-me inundando minha xoxota de leite em tamanha quantidade que escorreu pelas pernas.
Arfando ambos, tomamos banho e ele puxou-me para seu quarto para continuar a me foder e eu nem pensei em evitar isso! Que delicia vê-lo caminhando com aquele pauzão enorme duríssimo, ereto, apontando para sua barriga! Na cama eu o deitei de barriga para cima e comecei a acariciar, beijar e chupar seu enorme cacete que mal cabia na minha boca, quanta diferença do pauzinho de meu marido! Ele segurava minha cabeça pelos cabelos e socava a vara como se estivesse fodendo minha boca, daí não teve muita paciência e empurrou-me fazendo com que eu ficasse deitada de costas. Abrindo minhas pernas, Kaká veio pra cima de mim com aquele cacete descomunal ereto, duro, a cabeçorra brilhando e vermelha. Colocou a cabeça na minha racha e sentindo-me encharcada, deitou-se sobre mim e me penetrou agora ais devagar, porém de uma só vez até o fundo, seus pentelhos tocaram a testa gordíssima de minha xoxota! Meu gemido alto o incentivou a começar a me foder de forma deliciosa, enfiando até os bagos, tirando tudo e metendo de novo... dar pra meu irmão era sensacional e eu acompanhava seus movimentos mexendo os quadris, elevando a pélvis de encontro ao seu cacete numa sincronia de movimentos que fazia seu caralho entrar ainda mais fundo na minha xana, aumentando nossos gemidos! Eu dizia “me fode, me come meu irmãozinho, faz tudo que seu cunhado não faz, ah como é bom foder essa piroca, mete, mete tudo na sua irmã casada, fode sua irmã casada, ah como eu preciso de um caralho deste”... E ele: “então toma vara, toma tudo maninha safada, meu cunhado não te come é, pois eu vou te comer todos os dias, venha aqui que eu vou meter a vara dura nessa xoxota gostosa, como você é gostosa maminha, ah como entra até os bagos”... Eu: “isso, me come, enfia tudo na sua irmã casada, faz o que seu cunhado não faz, me fode”...
Naquela loucura eu nem me atentava para o perigo de mais alguém chegar, até mesmo meu marido! Eu só pensava em levar vara, em aproveitar aquela pica que me fodia tão bem, que me dava tanto prazer; eu era uma mulher e ele um homem, eu queria dar e ele queria comer: tava tudo certo! Aos poucos meu prazer foi aumentando e eu senti que ia gozar na sua vara, então pedi que ele metesse bem forte pra eu gozar... Kaká me deixou de franguinho-assado e me socou a pica com tanta força que doía, mas era o que eu queria e meu orgasmo veio forte, intenso, avassalador! Ele parou de mexer com a vara toda enterrada dentro de mim e depois que minha respiração voltou ao normal, pediu que eu ficasse de quatro para ele me foder por trás. Não pensei duas vezes e fiquei de quatro, a cabeça afundada na cama, a bundinha empinada. Abri as pernas e esperei. Meu irmão ajeitou a cabeça da pica na minha racha e empurrou firme enfiando até o fim! Segurando-me pelos quadris ele começou a estocar socando forte, metia tudo, tirava e socava de novo enlouquecendo-me de desejos e prazer. Eu gritava “me come de quatro, me pega por trás, fode sua irmã casada, gosta de comer uma mulher casada, gosta”... e ele só gemendo e dizendo “toma, toma, toma sua cachorra” continuava metendo cada vez mais rápido e forte até anunciar que ia gozar. Outra vez não me importei e deixei que ele me inundasse de pôrra e isso me fez gozar mais uma vez na sua piroca!
Meu irmão saiu de dentro de mim no exato instante que ouvimos barulho lá fora! Foi o tempo de eu correr para o banheiro, já que tinha vindo de lá totalmente nua, onde comecei a tomar banho cantarolando pra disfarçar! Era meu pai que chegava trazendo minha irmã menor da escola e ao ver-me sair do banheiro depois, espantou-se “uê, não tem água em casa”? Inventei uma desculpa qualquer que ele aceitou sem maiores explicações e nisso meu irmão saiu do quarto enrolado numa toalha reclamando: “pensei que não iam mais sair desse banheiro e eu ia dançar sem banho... quem estava nele”? Que cara de pau! Ao passar por trás de mim beliscou minha bundinha e seguiu assobiando para o banheiro!
Essa foi a primeira vez que dei pra meu irmão, mas agora que a porteira abriu, não penso mais em procurar ninguém pra curar minha fome de pica: meu irmão me come pelo menos uma vez por semana e mantêm-me satisfeita e feliz. Se meu marido descobre...

Meu irmão come meu cú - by CAMILA MENDONÇA



Olá pessoal eu me chamo Camila, tenho 17 anos e tenho uma estória que talvez você goste. uso o e-mail do meu irmão, porque ele não deixa, para não dar problema com ele não tenho nenhum e-mail em nenhum site, vai que ele descobre, como não quero que ele me bata não corro o risco. Meu irmão é 8 anos mais velho, tem 25 anos, alto, corpo normal, branco, puxou meu pai, eu sou branca, corpo também normal mais com uma anomalia, quadril grande com uma bunda também enorme, sou pequena medindo 1.50 cm. Tudo começou por causa desta bunda que tenho.

Eu e meu irmão moramos em uma casa de 2 andares com meus pais. Minha mãe também tem bunda enorme, tive a quem puxar, não trabalha, meu pai tem uma empresa onde meu irmão trabalha desde dos 18 anos como motorista de uma Kombi. Pois bem, vamos a estória que é um pouco longa mais você vai gostar, meu irmão e eu tínhamos um quarto para os dois que sempre dividimos, e nos trocávamos sem nenhum problema um na frente do outro, mais um dia quando chegava do colégio estava tirando a roupa para trocá-la, quando estava sem calcinha olhei para o espelho do armário onde estava me trocando, vi meu irmão segurando seu pinto por cima do short e olhando para minha bunda, dizendo:

- Maninha você tem uma enorme, igual a da mamãe.

Sem saber em maldade nenhuma continuei me trocando inocentemente, mais minha curiosidade me fez perguntar o que ele estava fazendo.

- O que você tá fazendo no seu pinto.

- Nada, nada Camila (respondeu meu irmão).

Logo ele foi para o banheiro, mas, todas as vezes que eu chegava do colégio junto com ele, ele começou a ficar mais no quarto justamente na hora que eu tirava a roupa, principalmente a saia do colégio e a calcinha, nessa hora ele fazia aquilo, segurando no pinto, logo depois corria para o banheiro, vendo ele fazer sempre isso achei estranho, imaginei que sempre dava vontade nele de fazer xixi e tinha que ir correndo, mais minha curiosidade me fez ir na porta do banheiro e ver no buraco da fechadura, quando olhei vi meu irmão sentado na privada sem roupa segurando seu pinto, mais seu pinto estava de um jeito que eu nunca tinha visto, por que era normal trocarmos de roupa na frente um do outro e do jeito que seu pinto estava nunca tinha visto, estava maior do que o normal, achei estranho, mais todos os dias era assim, depois que via minha bunda ele corria para o banheiro, e eu atrás para olhar no buraco da fechadura o que ele fazia, e fazia sempre a mesma coisa com o pinto. Percebendo isso notei que ele ficava assim com o pinto sempre depois que olhava minha bunda, ele sempre gostou da minha bunda, quando brincávamos de manequim e desfile, eu desfilava e ele era o jurado, sempre dava nota dez pra minha bunda, modesta a parte nem Carla Perez da pro páreo, comecei a gostar da brincadeira. um dia tive que sair mais cedo do colégio cheguei em casa tirei minha calcinha e deitei pensando no que via todos os dias quando chegava em casa, olhando no buraco da fechadura, mais hoje não. Pensava nisso não com o tom que vocês estão pensando, para o lado do tesão, nem passava isso pela minha cabeça, e sim pelo lado do novo da curiosidade, pensando nisso me virei de barriga para baixo de bunda pra cima e adormeci. Minha mãe não estava em casa, meu irmão chegou e viu como eu estava, dormindo, mais acordei com ele tentando levantar minha sainha, mais fingi que ainda dormia, ele com medo, certificou-se se estava mesmo dormindo, me empurrando um pouco para me balançar, certificando que sim começou a levantar minha sainha, tomou um susto quando descobriu que eu estava sem calcinha.

- Puta que Pariu, ela está sem calcinha, Camila que bunda enorme você tem (falava isso baixo murmurando para não me acordar).

A porta do armário que tem um espelho estava aberta e pude ver que ele estava de cueca com o pinto pra fora pelo lado da cueca, e ele fazia aquilo que fazia no banheiro, eu com os olhos um pouquinho aberto via pelo espelho. Ele começou a alizar minha bunda com a mão, alisava, passava o dedo no rego e media com a mão dizendo.

- Ela é enorme, olha só. Minha nossa!

Acho que ele não resistiu e encostou a bochecha na minha bunda e começou a alisar o rosto nela, alisava, cheirava, passava a boca, tudo bem de levinho, com isso me dava um arrepio, mais não podia me mover, por que se não ele ia perceber que eu estava acordada. Do jeito que deitei fiquei com a mão espalmada para cima, foi que ai ele colocou o seu pinto na minha mão, senti ele quente, não podia fazer nada para matar minha curiosidade de ver um pinto em um estado que nunca tinha visto, ele escutou barulho lá em baixo, era mamãe chegando da rua, ele se assustou, botou seu pinto pra dentro da cueca e antes de sair pro banheiro, ele deu um beijo em cada banda da minha bunda, dizendo.

- Tchau bundão.

Eu fingi que estava acordando e o vi saindo do quarto, ele nem desconfiava que eu tinha visto tudo o que ele fez comigo, eu para não perder o costume fui ao buraco da fechadura, lá estava meu irmão fazendo aquilo, agora eu já tinha a certeza de que era por causa de minha bunda. Me disse um tempo depois, que aquilo que fazia e que eu via era uma gostosa punheta.

Os dia se passaram, acontecendo isso todos os dias sem ele saber que eu sabia e ele achando que eu não sabia, mais sabia e já olhava mais para o pinto do meu irmão. um dia de sábado papai e mamãe tiveram que viajar para pagar o caseiro no sitio só voltariam a noite, eu andava de bicicleta que tinha ganho de aniversario de 13 anos, mais caí em uma manobra meu irmão na janela estava olhando e saiu ao meu socorro entrando a bicicleta e me colocando no sofá, eu chorava, mais me acalmou dizendo que não era nada, mais estava sentindo dor nas costas, pediu então que me deitasse no sofá para examinar, eu estava de macacãozinho e camiseta, tirou a alça do macacão e tirou todo ele só me deixando de camiseta, calcinha meia e sapato (aqueles de colégio) e realmente tinha ficado roxo.

- É, ficou um pouco roxo, mais não é nada, nada como uma massagem para passar - disse meu irmão e pediu que deitasse no tapete no chão de barriga para baixo, sentou em cima das minhas pernas e começou a massagear minhas costas, mais em um certo momento disse.

- A dor é mais embaixo vou ter que abaixar a calcinha.

Ele fez abaixando a calcinha até a coxa deixando minha bunda pra fora, e continuou a massagem, só que ele massageava e ia com o seus dedões no meu rego e descia pelo rasgo da bunda abrindo as bandas mostrando meu cuzinho pra ele, ia nas costas e descia fazendo isso, subia e descia vindo pelo rasgo abrindo e parava com ela aberta. Eu inocente não mal dava nada achando que aquilo era normal, mais me lembrava de que ele deveria estar com o seu pinto daquele jeito por estar vendo minha bunda, foi quando disse que iria dar um jeito na dor que era para eu ficar calada e não falar nada.

- Vou colocar um remedinho que vai passar a sua dor.

Ele abriu minha bunda daquele jeito que fazia, senti uma coisa gelada cair bem no olhinho do meu cuzinho (soube depois de muito tempo vendo ele fazer que era quando ele deixava cair um cuspe) ele encostou imaginem vocês o seu pinto que já estava para fora pelo lado do short no meu cuzinho e disse.

- Vou colocar um remedinho em você que vai melhorar suas costas, mais você não pode falar pra ninguém.

Deu uma empurradinha que doeu e colocou tudo (fui saber depois que não doeu muito por que meu irmão não tinha piru muito grande).

- Aaaaaiiii, tá doendo.

- Cala a boca não fale nada, é pra melhorar a suas costas.

Eu ali sendo enrabada pela primeira vez, sem saber o que estava acontecendo, achando que aquilo era mesmo para melhorar as minhas costas (santa inocência). Ele continuou, saiu de cima das minhas pernas, tirou seu pinto de dentro do meu cu, tirou minha calcinha toda, ficou de ajoelhado, eu ainda estava deitada de barriga para baixo, me pegou pela cintura, me colocando quase plantando bananeira.

- Ai. Eu vou cair.

- Não, não vai, cala a boca já disse (disse meu irmão).

Colocou minhas pernas no seu ombro colocando barriga com barriga, mais eu de cabeça para baixo, e colocou sua cara no meio das minhas pernas colocando a língua no meu cu, não agüentei e disse.

- Pára, para faz cosquinhas.

Ele abafado com minha bunda na sua cara disse:

- Fica quieta, você se acostuma.

Eu ali de cabeça para baixo na mão do meu irmão que metia a língua no meu cu, mais foi que notei que estava cara a cara com o pinto dele que a muito não via naquele estado, e mesmo assim somente pelo buraco da fechadura, mesmo tão perto só olhei, fiquei tão interessada em ver de tão perto que esqueci que estava ali de ponta cabeça com o meu irmão no meu cu, e nem percebi que ele tinha se levantado e tinha se apoiado com as costa na parede, nem mesmo estava preocupada se podia cair ou não, estava na mão do meu irmão, me soltei, estava inebriada só de estar ali vendo cara a cara com um negocio tão curioso, que para mim era novidade, primeira vez que estava vendo um pinto duro bem perto. Meu irmão foi me colocando no chão em pé, me colocou no sofá de quatro, abriu minha bunda e de novo deixou cair um cuspe no olho do meu cu, e apontou de novo seu pinto nele e foi enfiando dizendo.

- Agora você vai melhorar esta dor com este tratamento.

- Que bom, por que estava doendo muito - disse eu na minha santa inocência, achando que era mesmo um tratamento.

Ele ali indo e vindo bombando dizendo que já ele iria colocar um remedinho dentro da minha bundinha, logo me disse que iríamos lá para cima, mais pensei que eu iria normalmente subir as escadas, me enganei, ele me pegou pela cintura com as duas mãos e me prensou em seu corpo, fazendo seu pinto entrar mais um pouco e me levantou, sem tirar o pinto de dentro da minha bunda ele começou a andar na direção da escada comigo pendurada somente segura pelas sua mãos, seu pinto servia como trava para não cair, por que não sei se lembram, meu irmão é alto e eu pequena, com isso fiquei espetada no seu pinto enquanto ele andava e subia as escadas sem eu nem mesmo colocar os pés no chão só para terem uma idéia do tamanho do meu irmão, lá em cima parou na porta do banheiro e disse:

- Vou colocar o remedinho em você e logo depois quero que vá tomar banho uns 3 minutos depois ele solta uma coisinha dentro de mim.

- Você tá colocando o remedinho?

- Tô.

- Eu tô sentindo.

- Vai melhorar suas costas.

Imaginem minha inocência, o que realmente meu irmão estava fazendo era comendo o meu cu e dando uma boa esporrada dentro da minha bunda, depois de um tempo fui sabendo que o que fazia não era nada de tratamento nada, mais nas primeiras vezes acreditem eu achava que era, eu não mal dava. Todos os dias tinha tratamento na hora de dormir. Fiquei mais apegada a meu irmão, meus pais estavam gostando por gostavam que eu obedecesse meu irmão na hora que tinha que subir, meu irmão falava, Camila tá na hora de dormir, eu acompanhava ele, até hoje eu obedeço meu irmão sem pestanejar, mal sabiam meus pais que meu irmão estava sendo severo com o horário de dormir, por outra coisa, dávamos boas noite e subíamos, meu irmão trancava a porta do quarto, e começava o tratamento com remedinho e tudo, me tirava a calcinha dava a tradicional chupada no meu cu, pedia que eu abrisse minha bunda e apontava e depois bombava até soltar o tal remedinho. o tempo foi passando meu irmão com o tratamento todas as noites mais a muito não via o pinto do meu irmão, também pudera ele só ficava atrás, resolvi arriscar e ir na cama que ele estava e sabia que dormia sem roupa, quando tirei suas cobertas lá estava o pinto do meu irmão fiquei ali olhando seu pinto mais tomei um susto, meu irmão acordou me pegou e me fez subir em cima dele ao contrario, depois com o tempo foi que fui saber que o que fez comigo foi um 69,tirou minha calcinha como um relâmpago e disse:

- Tá muito curiosa para conhecer ele não é Camila, então pega nele.

Eu sem jeito nenhum não sabia nem como pegava, mais ele foi me mostrando, como fazer, abaixando e subindo a pele do seu pinto, foi ai que eu soube que isso era uma punheta, ele lá atrás que já estava acostumada, passando a língua no meu cu, depois de alguns minutos ele saiu com essa.

- Passa a língua nele.

- Como (perguntei a ele).

- Como se estivesse chupando um picolé.

Eu na minha inocência fui fazendo no instinto como se estivesse mesmo chupando um picolé, e passava a língua na ponta do pinto em toda a extensão de seu pinto, colocava ele dentro da boca a pedido de meu irmão, como ele me dizia eu fazia, senti ali pela primeira vez um piru na boca, era salgado fiquei assim um bom tempo até que ele me disse que não estava agüentando e pediu que parasse de fazer aquilo justamente naquela hora que já estava gostando, mais o pedido teve fundamento, 30seg depois de tirar a boca da ponta do seu piru e só fazia o vai e vem com a pele ele começou a soltar um leite da ponta, eu imaginava que ele estava fazendo xixi, mais perguntei.

- O que é isso.

- É o remedinho Camila.

- Que legal!

Ele espirrava como chafariz, sujou toda a cama com o remedinho como falava, logo depois ele pediu que saísse de sua cama e fosse pra minha, mais pedi que me mostrasse outro dia isso que aconteceu.

- Um dia te mostro de novo.

Demos boa noite e fomos dormir, bom ele deve ter dormido, porque eu não consegui dormir com aquela imagem na minha cabeça, uma semana depois ele me pega e me leva para o banheiro, mamãe estava lá embaixo na sala, me pediu que eu sentasse na privada e ele ficou encostado na parede na minha frente, ele abaixou as calcas e disse.

- Você não queria ver de novo o remedinho sair, então faz aquilo que ele sai ai da pontinha.

- Daquele jeito igual a picolé?

- Isso, mais não podemos desperdiçar o remedinho você pode beber, trouxe um copo para você não deixar ele cair no chão Camila.

Ai comecei a fazer aquilo com a língua e a boca, fazendo aquele sobe e desce com a pele do pinto (punheta) até que ele disse.

- O remedinho tá vindo, coloca a ponta dele dentro do copo, isso meu irmão espirrou dentro do copo enchendo quase dois dedos daquele leite.

- Parece leite - disse a ele.

- É bom pra saúde pode beber faz bem?

Ele empurrava minha mão com o copo na direção de minha boca, eu como obedecia e acreditava em meu irmão, e acredito até hoje, coloquei na boca e bebi como se fosse leite condensado só que com uma diferença é salgado. Diversas vezes fazia isso com meu irmão, cheguei a viciar. Até hoje sou tarada em porra no copo, dele é claro. O tempo como todos sabem não para e foi passando os meses e fui conversando com amigas e fui descobrindo o que meu irmão fazia comigo não era nada normal, que no começo não era nada de tratamento de remedinho que nada, mais eu tinha me acostumado com aquilo, gostava, eram já 3 anos quase todos os dias fazendo isso comigo, não queria que ele parasse com isso, um dia no quarto eu falai pra ele.

- Eu sei tudo que você faz comigo, não era e nem é coisa normal, que naquela primeira vez que você fez comigo quando caí da bicicleta, lembra, não era tratamento nada para melhorar a dor, mais não fique preocupado, não falarei pra ninguém.

- Também não pode Camila, jamais você pode falar isso pra ninguém - disse ele.

- Eu sei que tudo que faz comigo e sacanagem de homem e mulher e eu gosto.

Nos abraçamos e ele disse:

- Já que cresceu e sabes de tudo quando fizeres 16 anos irei te dar um presente.

- E para mostrar que eu não quero que mude o seu jeito, e nem mesmo fique preocupado pensando algo, faça o que sempre fez nela eu adoro, e sei que você também adora ela.

Tirei minha calcinha deitei na cama de barriga para levantei minha saia e mostrei minha bundona que ele tanto gosta, não precisava falar mais nada, ele veio e colocou seu pinto ou melhor sua piroca, como ele mesmo disse para chamar a partir daquele dia, pinto era coisa de criança, dentro do meu cu e no final soltou todo o “remedinho”, ou melhor encheu meu reto com porra. Meu aniversario chegou e ele esperou que meus pais fossem com uns amigos em um restaurante e me levou para o quarto, tirou toda a minha roupa e enfiou na minha bunda como de costume, pediu que chupasse, fez de tudo o que fazia comigo, me colocou em cima de uma cadeira em pé de costa para ele pediu que abrisse a bunda e começou a passar a língua no meu cu, mais ai ele começou a passar a língua mais em baixo achei aquilo demais, ele passava a língua no meio dos lábios da minha xoxotinha sem enfiar, aquilo era demais, me pegou pela cintura me virou de cabeça para baixo como aquela primeira vez quando nova, eu já estava acostumada aquela posição porque de vez enquando ele fazia comigo, ele passando a língua na xoxotinha e eu é claro já acostumada com o seu pinto na boca. Era um 69 em pé, eu estava totalmente inebriada com a novidade, ele passeava em todo o quarto comigo de cabeça para baixo, também pudera eu baixinha e ele alto era fácil, ele me pegava e me virava como uma boneca em suas mãos, uma hora encostava em uma parede, uma hora em outra sentava, a outra levantava, eu já estava sentindo uma coisa estranha uma coisa que dava vontade de gritar, ele me colocou na cama de barriga pra cima e começou a passar a língua em uma parte da xoxotinha que me deixou sem fôlego (depois me disse que ali era o grelo, onde a mulher sente mais prazer) ai perguntei a ele:

- Por que você não faz igual que você faz na bunda?

- Não, não pode você tem que guardar para a pessoa que você um dia vai casar, para ele ficar feliz que você é virgem.

Na hora disse que tinha entendido mais não tinha, hoje em dia é que entendi o que era se guardar para o marido que poderia se casar comigo, meu irmão ali com a língua no chamado grelo, eu não me agüentava e pedia para:

- Pare, pare por favor eu não agüento to sentindo uma coisa estranha, não sei o que é, pare, pare, é uma coisa estranha que tá me dando vontade de gritar de desespero, eu vou gritar.

- Grita, grita Camila este é o seu presente - disse ele.

- Eu vou gritar, eu vou gritar.

- Grite com força, grite Camila.

- Aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii,aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii.

- Esse foi o seu presente.

- O que foi isso, parecia que eu estava com santo?

- Você gozou Camila, você gozou pela primeira vez na sua vida.

- Meu deus que coisa louca parecia que eu ia morrer.

- E seu outro presente é esse.

Me sentou na beirada da cama e pediu que segurasse seu saco acariciando e com a outra mão fizesse aquela punheta que ele gosta segundos depois ele fala que tá na hora do presente eu não sabia o que era ele só pediu que eu colocasse sua piroca na boca, quando acabei de colocá-la ele solta toda sua porra na minha boca, eu sabia que podia engolir por que fazia isso bebendo do copo mais a porra era tanta que não deu para engolir toda.

E assim foi até hoje sem levarmos para o lado de estarmos fazendo uma coisa errada, ele sempre mandando tudo eu fazer, e outros lugares então nem se fala, não só em casa, na sala dele no setor de transportes da empresa do papai, com a mamãe em casa, na Kombi quando eu vou junto para fazer entregas em viagens, eu não tive nenhum namorado até hoje por que ele me proibiu, melhor dizendo já tive mais só tem bobão só ficam de beijinhos e abraços, eu quero que me peguem tirem minha calcinha e me coma, como meu irmão faz, assim é que é bom, não quero ter ninguém estou bem como eu estou, o meu cu já está modelado para um único pau, e vocês já sabem de quem é, e uma coisa que ainda não contei é que meu irmão está casado a um ano e eles moram aqui em casa e quando minha cunhada saí e meu irmão está em casa ele da um jeito de comer minha bunda quando está com vontade, mais essa estória, do escritório, da Kombi, de viagens com eles dois e com minha mãe e pai em casa eu deixo para outro conto, tenho que encerrar agora por que meu irmão Jaja está chegando e sempre vem aqui no meu quarto que agora é só meu para dar boa noite e quando me vê com a bunda pra cima sem calcinha deitada na cama ele já sabe que quero, então da um jeito de dar uma linguada no meu cu ou as vezes uma enfiadinha na minha bunda. E é desse jeito que eu vou ficar. CAMILA MENDONCA

sábado, 14 de novembro de 2009

Leonardo & Maria Luíza ( Incesto real) depoimento





Boa tarde a todos, somos um casal de irmãos gêmeos, temos 30 anos e fazemos sexo quase todos os dias desde os 13. Nossos pais se separaram quando nós éramos muito pequenos e nossa mãe começou a trabalhar como produtora de peças de teatro, por isso vivia viajando e nosso pai também sempre foi muito ausente. Nós dois sempre fomos muito unidos, ficávamos a maior parte do tempo sozinhos e sempre fomos "um pelo outro", nunca tivemos nenhuma briga sequer. Sou eu, Leonardo, quem estou escrevendo, e minha irmã Maria Luíza está aqui ao meu lado. Tenho a pele clara, porte atlético, cabelos pretos e lisos, olhos verdes; minha irmã também tem a pele clara, rosto delicado,loira, cabelos lisos, olhos azúis, seios fartos, ela é muito linda! Somos completamente apaixonados um pelo outro. Sempre dormimos na mesma cama desde pequenos e no dia 4 de Maio de 1991 tivemos nossa primeira noite de amor. Fazia muito calor naquela noite de sábado e, como de costume, estávamos sozinhos em casa. Nós estávamos terminando de fazer um trabalho pra escola e a gente sempre teve o costume de ficar vestidos bem à vontade quando estávamos sozinhos em casa. Eu estava sem camisa, só de bermuda, e a Lu estava só de calcinha e com uma camiseta branca bem decotada que deixava a parte lateral de seus seios praticamente à mostra. Não estava nem conseguindo prestar atenção no trabalho escolar, só conseguia reparar no quanto ela estava linda, principalmente naquela noite. Estávamos sentados um ao lado do outro e toda hora eu procurava um pretexto pra me achegar mais a ela e abraçá-la ou tocar alguma parte de seu corpo, notei que ela também estava adorando. Num determinado momento, ela brincou dizendo que ia tirar um "sujinho" no meu rosto e me beijou nos lábios. Aí eu não resisti, agarrei-a de encontro ao peito e nos beijamos sofregamente. Perguntei se ela não queria tirar a camiseta e ela imdiatamente topou, comecei a acariciar e beijar seus seios, nos abraçamos com toda força, foi delicioso sentir os seios dela coladinhos no meu peito... logo tiramos toda a roupa, ficando completamente nús. Confessei a ela que desde sempre eu a amara não só como minha querida irmã e companheira, mas também como mulher... ela disse o mesmo pra mim. Loucos de desejo, fomos para a cama e começamos a nos amar... já havíamos trocado beijos e carícias anteriormente, diversas vezes, mas nunca havíamos estado tão inebriados de prazer como naquela ocasião. Comecei a lamber-lhe os seios e todo o corpo dela, ela também me lambeu todo o corpo e depois chupou meu pênis... já em completo estado de êxtase, eu me deitei sobre ela e penetrei-lhe carinhosamente a vagina... mal eu tinha penetrado a minha irmã e ela soltou um gemido de prazer... sentimos um orgasmo delicioso, quase em perfeita sincronia... fizemos amor de uma maneira incrivelmente prazeirosa para os dois, quase matamos um ao outro de tanto prazer... tivemos nossa primeira vez um com o outro, e foi sem dúvida o momento mais lindo que tivemos em nossas vidas. Desde então, passamos a fazer amor quase todos os dias, chegando a fazer até umas três ou quatro vezes por dia. Bom, quando nossa mãe e nossa família descobriram, foi a maior confusão, parecia que o mundo ia desabar sobre nossas cabeças, chegaram a nos bater, nos mandaram para praticamente todos os psicólogos e psiquiatras de Belo Horizonte, puseram até padre e gente de centro espírita no meio; chegaram a nos colocar pra morar em casas separadas, enfim, fizeram de tudo pra nos separar! Só que o nosso amor foi muito maior e muito mais forte que isso tudo, atualmente moramos só nós dois e o nosso cachorrinho de estimação em nosso próprio apartamento, somos independentes, eu trabalho com publicidade e propaganda e a Lu é professora; tenho muito orgulho em dizer que somos irmãos gêmeos mas vivemos juntos como marido e mulher, fazemos amor praticamente todos os dias e estamos mais apaixonados do que nunca! Nunca me relacionei com nenhuma outra mulher e a minha irmã também nunca se relacionou com nenhum outro homem, e no final das contas nossa família e amigos não tiveram outro remédia a não ser aceitar a nossa relação. Temos muito mais prazer um com o outro do que qualquer casal convencional possa ter, o amor, o respeito, a cumplicidade que existem entre nós são raros de se ver entre a maioria dos casais. Apenas tomamos cuidado para não ter filhos, porque temos plena conciência de quais poderiam ser as conseqüências no caso de uma gravidez. Futuramente, talvez a gente possa adotar um menino e uma menina para criarmos como se fossem nossos filhos, quem sabe... Não cremos, sinceramente, que seja um pecado a nossa relação, somos pessoas boas, honestas, procuramos fazer sempre o bem, respeitando sempre a todos, cremos que isso é que realmente importa. Muita paz e felicidades a todos!

Leonardo & Maria Luíza